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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Campinarte Pesquisa / Para o estúpido, empenhar-se em conduta desenfreada é como um divertimento

O conselho de responsabilidade social da Igreja Anglicana publicou seu informe, em junho de 1995, intitulado “Algo a Celebrar”. Em nítido contraste com as recomendações bíblicas, o conselho instou a Igreja a “eliminar a expressão ‘viver em pecado’ e a rejeitar sua postura de condenação contra os que coabitam sem serem casados”, segundo o The Toronto Star. O relatório recomendou que “as congregações acolhessem os amigados, que os escutassem, que aprendessem deles, . . . para que todos possam descobrir a presença de Deus nas suas vidas”.
Com esse e os vários fatores (a baixo) que distorcem e exploram o sexo, como pode a pessoa, e os jovens em particular, livrar-se da obsessão de sexo? Qual é o segredo de relacionamentos felizes e duradouros?
A pornografia tem sido apontada como um dos fatores em fomentar a obsessão sexual. Um assumido viciado em sexo escreveu no jornal The Toronto Star: “Eu larguei o cigarro há cinco anos, o álcool há dois, mas nada tem sido mais difícil de largar do que meu vício de sexo e de pornografia.”
Ele também está convencido de que os adolescentes expostos a uma dose constante de pornografia desenvolvem um conceito distorcido sobre comportamento sexual. Eles criam fantasias sexuais e acham complicado e difícil manter relacionamentos reais. Isso leva ao isolamento e a outros problemas, um dos principais sendo a dificuldade de formar vínculos de amor duradouros.
Estilos de vida promíscuos, envolvendo múltiplos parceiros sexuais, com ou sem o amparo legal, têm sido amplamente adotados e publicamente exibidos pelo mundo do entretenimento. A desamorosa e degradante exibição de intimidades sexuais na tela alimenta a obsessão de sexo, dando a esta geração um conceito distorcido da sexualidade humana. A mídia do entretenimento muitas vezes equipara falsamente o sexo não-conjugal com a intimidade amorosa. Fãs que idolatram personalidades do entretenimento parecem não saber distinguir entre paixão e amor, entre breves aventuras sexuais e compromisso de longo prazo, ou entre fantasia e realidade.
Muitas vezes, também, o mundo da publicidade explora o sexo como instrumento de mercado. O sexo tornou-se “um artigo impessoal cujo objetivo é chamar atenção para um produto”, disse um terapeuta sexual. Os publicitários exploram o sexo e associam a expressão sexual à “boa vida”, mas essa é mais uma “distorção da perspectiva sexual.
As mudanças no meio social e a entrada da pílula anticoncepcional no mercado, em 1960, mudaram o comportamento sexual de milhões de mulheres. A Pílula deu às mulheres uma imaginada igualdade sexual com os homens, uma liberdade ou independência sexual nunca antes conseguidas. Como os homens, elas podiam agora experimentar relacionamentos de curta duração, sem medo da gravidez indesejada. Refestelando-se na sua liberação sexual, tanto homens como mulheres empurraram para a beira da extinção os papéis naturais da família e do sexo.
Um escritor bíblico do primeiro século disse sobre tais indivíduos: “Eles têm olhos cheios de adultério e são incapazes de desistir do pecado . . . têm um coração treinado na cobiça. . . . Abandonando a vereda reta, foram desencaminhados.” — 2 Pedro 2:14, 15.
Um estudo realizado nos EUA com cerca de 10.000 jovens solteiras em idade de cursar o segundo grau revelou que “o conhecimento, medido pelos cursos de educação sexual que elas fizeram e pelo conhecimento que afirmaram ter sobre controle da natalidade”, nada influiu nos índices de gravidezes fora do casamento. Não obstante, algumas escolas públicas enfrentam essa epidemia oferecendo a seus alunos preservativos grátis, embora essa prática seja altamente polêmica.
Uma aluna do segundo grau, de 17 anos, entrevistada pelo jornal Calgary Herald, declarou: “É uma realidade que a maioria dos adolescentes do segundo grau fazem sexo . . . , alguns até mesmo com 12 anos de idade.”



Acredite se quiser ou se puder ou sei lá o quê!
O bispo anglicano de Edimburgo, Escócia, disse que os humanos nasceram destinados a ter muitos amantes. Num discurso sobre sexo e cristianismo, ele declarou: “Quando Deus nos fez, ele sabia que nos havia dotado de impulso sexual para sairmos e lançarmos nossas sementes. Ele nos deu genes promíscuos. Acho que seria errado a Igreja condenar pessoas que seguiram seus instintos.”
Então responda
É sadio tal conceito? Qual é o custo do amor livre? Será que relacionamentos de curto prazo com uma série de parceiros sexuais produzem genuína gratificação e felicidade?
A epidemia global de doenças sexualmente transmissíveis e os milhões de gravidez fora do casamento, especialmente entre adolescentes, atestam o fracasso dessa filosofia.
Como teria Jesus classificado esses líderes religiosos? Sem dúvida de “guias cegos”. E que dizer dos que seguem tais guias? Ele arrazoou: “Se, pois, um cego guiar outro cego, ambos cairão numa cova.” Não se engane, Jesus disse claramente que “adultérios” e “fornicações” estão entre “as coisas que aviltam o homem”.