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Edição de Dezembro - 2017

O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

domingo, 3 de agosto de 2014

Campinarte Huayrãn Ribeiro / Se a coisa vem de longe, fica uma pergunta no ar: onde é que nós vamos parar com tanta corrupção?

A corrupção não é uma coisa só nossa
Todos os dias você abre os jornais e as manchetes são sempre as mesmas – corrupção. Do mais humilde trabalhador ao presidente da república - corrupção.
AS IGREJAS da cristandade afirmam representar a Deus. Afirmam ser guardiãs das verdades de Deus e da moral de seus adeptos. Mas, salvaguardaram seus adeptos da corrupção de nossos tempos? A resposta é não. Muitos homens travestidos de padres, pastores de várias religiões, seitas, se locupletaram e continuam se locupletando da posição que ocupam para tirar proveito usando e abusando da boa fé de seus “adeptos” é o que mais se vê por aí, não é verdade? Isso, naturalmente, amparados por uma legislação feita por eles mesmos que além de falsos profetas formam uma das maiores bancadas – nas câmaras municipais, assembléias legislativas, no congresso, etc, tudo em nome da corrupção. Esses homens, ao invés de ensinar às pessoas a verdade sobre os padrões justos de Deus, dão apoio ativo ou silencioso à imoralidade, à perversão e à violência que violam as leis de Deus. E graças a essa prática indecorosa vão enriquecendo cada vez mais.
O mesmo vem acontecendo em outros segmentos da sociedade que se espelham nesses maus exemplos e acabam promovendo uma onda sísmica de imoralidade, de perversão e de violência que varre o globo. Pode ser vista em toda a parte, à medida que o crime e a imoralidade aumentam vertiginosamente. Ao contrário do que muitos pensam a corrupção não é uma invenção de brasileiro, não é coisa só nossa. MENTIR por vantagens comerciais; crime nas ruas; imoralidade sexual e divórcio fácil; divertimento que dava destaque à brutalidade. Parece-lhe a descrição do mundo em que vive? E é mesmo! Mas, sabia que é também descrição da antiga Roma?
Estas mesmas práticas enfraqueceram tanto o Império Romano que, em 476 E. C., ruiu ante seus inimigos, assim como uma árvore troncuda, podre por dentro, desaba ao solo numa tempestade.