INFORMAÇÃO E ANÁLISE DAS REALIDADES E ASPIRAÇÕES COMUNITÁRIAS

Notícias da CMDC

Duque de Caxias, na Baixada Fluminense - Google Notícias

Translate

A VOZ DO CAMPINARTE

O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sábado, 24 de maio de 2014

Campinarte Huayrãn Ribeiro / Boquinha suja

Para muitos é inquietante a idéia de estarem travando uma batalha perdida para preservar a civilidade. A crescente aceitação do uso de palavrões é o que torna mais evidente essa realidade. O uso de palavrões é tão comum que muitos jovens o encaram como normal, e grande parte dos adultos parece não notar nem ligar. Crianças de apenas um ano já usam palavras obscenas — assim que conseguem assimilar o vocabulário dos pais e da televisão. Um estudo revela que “cerca de 10% do vocabulário de um adulto no local de trabalho, e 13% nas horas de lazer, são palavrões”. Outra estatística citada no artigo mostra que o uso de palavrões aumentou 500% nos programas de televisão”.
É comum ouvir palavrões em muitos locais de trabalho. Alguns especialistas sustentam que esse linguajar torna o ambiente mais estressante para os funcionários. O uso de linguagem de baixo calão para expressar crítica negativa pode ter um efeito prejudicial na produtividade, na auto-estima e na saúde do funcionário. Em geral a tendência é usar a linguagem que o patrão usa. Se os palavrões no emprego o incomodam, comece abordando a pessoa que estiver passando dos limites e lhe peça com muita educação que não use esse tipo de linguagem na sua presença. Do ponto de vista de pais e educadores, a utilização de impropérios em programas de televisão é totalmente inaceitável. A emissora parte do pressuposto equivocado de que goza da intimidade dos telespectadores e, por isso, pode entrar em suas casas disparando as maiores barbaridades. Embora programas de entretenimento possam ser informais, com um pouco de imaginação pode-se evitar a linguagem suja. Se a intenção é produzir cenas realistas, [os palavrões poderiam] ser facilmente [substituídos] por outros recursos dramáticos.