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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Após tomar catracas, manifestantes deixam Central do Brasil, no Rio

Grupo invade a Central do Brasil nesta terça-feira (28)em protesto contra aumento de passagens
Manifestantes que invadiram a estação Central do Brasil na tarde desta terça-feira (28) começaram a deixar o local por volta das 19h50. Cerca 300 pessoas participaram do ato, em protesto contra o aumento das passagens no município.
Diante de um grupo policiais, o grupo tomou as catracas da Central, a mais importante estação de trens urbanos que ligam a capital fluminense ao subúrbio e a outras cidades da região metropolitana. Muitos participantes do ato pularam as roletas e voltaram para casa sem pagar, incentivadas pelos que estavam à frente do movimento.
O policiamento foi reforçado, mas nenhuma bomba de efeito moral ou de gás lacrimogêneo foi lançada pelas forças de segurança. Também não houve confronto. A PM apenas acompanhou o protesto e não agiu por não ter sido solicitada a sua intervenção pela Supervia (concessionária de trens metropolitanos do Rio, controlada pela Odebrecht)
Embora as catracas tenham sido tomadas num dos períodos de maior movimento na estação, possibilitando que muitos passageiros viajassem sem pagar, a maioria das pessoas que passavam pela estação optou por passar pelos guichês.
Entoando palavras de ordem e munidos de cartazes e faixas, os manifestantes gritaram palavras contra o governador Sérgio Cabral (PMDB) e a concessionária Supervia, e incentivam os passageiros a pular a roleta. "Pula a catraca" e "Hoje ninguém paga" eram as frases-tema do manifesto.
Na avenida Presidente Vargas, um dos participantes, Heron Moraes de Melo, 32, vestido de Batman, foi detido e liberado em seguida pela PM, após ser obrigado a retirar a máscara, em cumprimento à lei estadual que proíbe o uso do adereço em manifestações.
A secretária Claudia Guedes, 47, disse apoiar o protesto. "Acho aumento [dos trens] absurdo. Os trens não tem qualidade nenhuma."