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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Familiares e amigos de professora morta em Caxias fazem protesto na porta da DHBF

Amigos e familiares fizeram manifestação, na manhã desta quinta-feira, em frente à Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF)
Amigos e familiares da professora Marta Ribeiro dos Santos Alves da Silva — morta com um tiro no pescoço na noite do último dia 26 de abril, no bairro Parada Morabi, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense — fizeram uma manifestação, na manhã desta quinta-feira, em frente à Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).
O protesto era para cobrar uma solução para o caso. A irmã da professora, Márcia Ribeiro Severo dos Santos, de 55 anos, disse que não quer que o crime caia no esquecimento:
— Fica um vazio que não conseguimos preencher. Talvez se tivéssemos uma resposta, nos acalmaríamos. Soubemos que não foi assalto, foi execução. Qual o motivo?
Professora foi morta na porta da escola
Professora foi morta na porta da escola Foto: Cléber Júnior / Extra
O viúvo de Marta, Antônio Francisco Alves da Silva, de 54 anos, contou que vai toda a semana à DHBF em busca de respostas:
— Queremos uma resposta mais rápida, um empenho maior para solucionar esse caso.
O delegado Brenno Carnevale disse que a investigação é complexa e que mais de 25 pessoas já foram ouvidas:
— Tenho convicção de que foi execução. O crime está sendo investigado com muita cautela. Não está descartada a participação de pessoas próximas a ela.
Marta sonhava ser mãe
Marta sonhava ser mãe Foto: Reprodução do Facebook
— A partir do momento que se fala em execução e ela estava saindo da escola, isso nos gera dúvidas. Se ela não tinha problema na escola, fica a dúvida na família. Será que vai ser só ela? — questionou a prima de Marta, Maria Alice Reny Marinho, de 48 anos.
Familiares e amigos de professora morta em Caxias fazem protesto na porta da DHBF