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Edição de Dezembro - 2017

O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Vereadores comentam notícias veiculadas sobre a Câmara

A Câmara Municipal de Duque de Caxias vem sendo apontada nos últimos dias pela mídia como um possível braço de comando de Fernandinho Beira Mar após receber a visita da Polícia Federal na quarta-feira, dia 24, para investigar uma lista de funcionários comissionados com ligação ao traficante. Na sessão plenária desta quinta-feira, dia 25, os vereadores se pronunciaram sobre o ocorrido e esclareceram a situação.
“A Polícia Federal veio a esta Casa com uma lista de nove nomes, sendo seis funcionários de legislaturas passadas e três desta legislatura, que prontamente foram exonerados pela Presidência da Câmara. O departamento de recursos humanos foi aberto à PF e todas as informações e documentos necessários para apurar os fatos foram fornecidos de imediato”, explicou o vereador Nivan Almeida (PRP), líder do governo na Casa.
Presidente da Câmara, o vereador Sandro Lelis (PSL) ressaltou que não tem nenhuma influência ou gerência sobre indicações de comissionados dos demais vereadores, apenas assina as nomeações por ser o ordenador de despesas da Casa. “Cada vereador é responsável por seu gabinete e seus funcionários. Colaborei com toda ação da PF nesta Casa, apresentando a documentação solicitada e informações necessárias. Tenho muito respeito pelo povo de Caxias e honro o Legislativo, por isso, desde o primeiro momento me deixei à disposição da PF, do Ministério Público e também da Imprensa para esclarecer os fatos.”
A vereadora Leide (PRB) se pronunciou: “A Cidade está em polvorosa diante dos fatos que nos tomou de surpresa e temos mesmo que vir a público esclarecer. Temos que ter coragem de falar e enfrentar os problemas. Causou-me também surpresa a relação de cargos comissionados apresentados pela PF e, infelizmente, uma das pessoas estava no meu gabinete. Todas as providências cabíveis foram tomadas de imediato e estou à disposição para esclarecer dúvidas.”
Sugerindo a criação de uma corregedoria parlamentar, o vereador Gilberto Silva (PPS) reforçou a necessidade de se preservar a Câmara enquanto Instituição. “A ideia dessa corregedoria é para que não corramos o risco de sofrer fatos como esse, é oportuno que assumamos a responsabilidade por esse momento.”
Concordando com o colega, o vereador Marcos Tavares (PSDC) opinou: “É preciso constituir essa corregedoria para que tenhamos legitimidade para apurar as demandas que chegam a essa Câmara.”
O vereador Beto Gabriel (PV) fez coro à criação da corregedoria. “Assim, teremos mais controle e evitaremos situações como essa. Aproveito para parabenizar a postura e transparência do presidente dessa Casa diante da situação.”