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domingo, 4 de junho de 2017

Marcos Valério / À Luz do Espiritismo - Mudanças



“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o espiritismo é a minha verdade, algo que escolhi como filosofia, a razão e a emoção caminhando lado a lado e tendo a ciência e a religião como fundamentos em seu tríplice aspecto: ciência, filosofia e religião.
Eu sou Marcos Valério, 52 anos, casado, nascido em Pernambuco, ensino médio (incompleto) e profissional da construção civil (pedreiro).
ESTAREMOS JUNTOS A PARTIR DE AGORA AQUI NA COLUNA “À LUZ DO ESPIRITISMO”.
Eu como trabalhador da Doutrina dos Espíritos quero através desta coluna levar até vocês uma análise dos fatos do nosso dia a dia, mas sempre à luz da Doutrina dos Espíritos.

Mudanças
É perfeitamente normal e natural que se procure em determinados momentos de nossas vidas procurarem mudar em algo ou em algum momento, afinal a vida muitas das vezes nos obriga a fazer mudanças constantes senão corremos o risco de estacionarmos no tempo e estacionar não é uma condição para a qual fomos criados, somos seres criados para evoluir, adaptarem-se as condições, criar, inventar e reinventar, e assim seguir nossa trajetória de eterna evolução.
Evoluir, sofrer transformação, progredir, tal a condição humana.
Lendo vários artigos sobre a Doutrina dos Espíritos, deparei-me com alguns que sob o pensamento que a doutrina tinha que evoluir, o autor chegou ao ponto de deixar pensar que Kardec está assim, meio ultrapassado, e que muita coisa que esta escrito e foi passado pelos espíritos no livro dos espíritos e em outras obras do Pentateuco, precisa ser revista e corrigida para acompanhar a época em que vivemos, confesso eu que fico meio com um pé atrás quando me deparo com estas situações, infelizmente após ler a matéria a comentários que explanam a plena concordância com o autor.
Fico aqui imaginando como Jesus se apresentaria para nós hoje? Seria provavelmente um Jesus hitec, antenado com as situações, seu linguajar mais amplo e objetivo, sem alegorias e parábolas, mas tenho a certeza que os seus ensinos seriam exatamente como foram a mais de 2000 anos, afinal falar de amor, bondade, justiça, misericórdia, pensemos bem, que mudanças se podem fazer para tratar desses assuntos senão a nossa mudança intima, querer mudar, inventar ou reinventar os escritos das obras do Pentateuco é o mesmo que deixar de lado toda a essência que é o verdadeiro significado do trabalho que Kardec nos deixou, um legado atemporal, que para mim será sempre atual, de resto o que se passa por ai é só um punhado de cabeças que se enchem do seu orgulho e vaidade e querem à custa daquele que tanto se esforçou adquirir o seu quinhão de fama, são 160 anos do livro dos espíritos e para mim, mais atual do que nunca.
Muita paz!