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A VOZ DO CAMPINARTE

O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sábado, 23 de setembro de 2017

Daniel Alves Pena / Fetiche sadomasoquista


Fetiche sadomasoquista

Essa imagem faz parte de um documentário de língua inglesa e nada tem a ver com a Parada Gay brasileira!
Essa foto que faz com que milhares de cristãos se manifestem publicamente sobre a ofensa a religião e a fé em minha opinião que é divergente da maioria é a seguinte.
Bom na imagem acima vejo um homossexual beijando um outro homossexual que tenta personificar Yeshua (Jesus) na cruz, porem o que vejo são dois homens, apenas isso com um fetiche sadomasoquista.
Explicando melhor o barbudinho e de cabelos compridos na cruz não é e nunca foi Yeshua (Jesus), logo se ele estivesse fantasiado de Batman, mulher maravilha, chapeuzinho vermelho não mudaria muito para mim.
O que me choca é a imagem abaixo.
Mesmo com a degradação e o abandono dos moradores de rua e viciados é de total abandono tanto pelos órgãos públicos quanto pelas igrejas, porem não vejo tanto barulho por parte dos cristãos ou qualquer tipo de ação judicial por parte dos mesmos em ajudar essas pessoas cumprindo assim o segundo maior mandamento de Yeshua (Jesus): “Amar ao próximo como a ti mesmo”.
Logo, vejo sensacionalismo e barato por parte dos que querem defender a fé e a religião sem ter a mesma tenacidade em defender a vida humana e seus direitos fundamentais.
Desrespeito para mim não é um homossexual fantasiado de Yeshua (Jesus) beijando um outro e sim duas crianças a mercê da própria sorte enquanto os cultos acontecem normalmente nas partes internas das igrejas.
Largo Da Ordem - Curitiba – Pr
Isso para mim causa estranheza, ver um homem sentado a porta da igreja mendigando e os que por ali
passam jogam algumas moedas.
Sinceramente, fala-se muito de fé e religião, porem o povo evangélico em sua maioria está muito longe da
proposta de Yeshua (Jesus).
Daniel Alves Pena

Ex-policial militar, Escritor, Web Disigner... 
/ Conheça Daniel Alves Pena 
Nascido em Cachoeiro do Itapemirim – ES, no dia 24 de agosto de 1966, pai de três filhos, Luciene Basílio Pena, Gabriel Basílio Pena e Daniele Cristine Gomes Pena. Consagrado a Evangelista no dia 21 de Janeiro de 2012. Bacharelou-se em Teologia no dia 16 de agosto de 2010, pela Faculdade Teológica Internacional sob o nº 0061 com especialização em formação pastoral, Mestre em Teologia com ênfase  em Psicologia pastoral e Doutorado em Ciências da Religião.
    
Ex-Policial Militar. Iniciou sua vida cristã na 1ª Igreja Batista em Vilar dos Teles, São João de Meriti-RJ. Ficou afastado do evangelho por quase 20 anos, regressou no ano de 2008 em uma das Igrejas Filiadas a APOIORT – RJ.
     Em setembro de 2009 assumiu a função de Coordenador do Pólo de Tecnologia em Desenvolvimento para Sistemas Móveis, ligado à Secretaria de Ciência e Tecnologia da Prefeitura de Duque de CaxiasRio de Janeiro, no governo do prefeito Zito. Ausentou-se da função em janeiro de 2010 por motivos pessoais.
    Em 2009, foi o responsável pela inclusão da Associação de Pastores, Obreiros e Igrejas em Obra de Restauração na Internet. Registrada desde 1975, tornou-se conhecida hoje como APOIORT em todas as redes sociais, dando acesso à comunicação da Instituição com outros Estados, tornando-se o Webmaster exclusivo.
   Em março de 2010, assumiu a função de Dirigente da Congregação em Nova Campina da Igreja que está em Capivari em Obra de Restauração.
   Em fevereiro de 2010 passou a fazer parte do conselho editorial da revista Fundamento Cristão, e coordenar o Marketing da Instituição APOIORT, atuando também como web designer e designer gráfico, sendo o autor dos logotipos usados pela APOIORT, JUMAPOIORT, JUBILEU DA OBRA e OPAPOIORT.
   Em setembro de 2010 convidado pelo pastor Andre de Paula passou a ser um dos Coordenadores do Projeto para Dependentes Químicos (PREFAM).
   Desenvolve trabalhos de discipulados em casas no bairro de Nova Campina, Duque de Caxias com base no caderno do discipulando, este fruto de um ano e cinco meses de árdua pesquisa e estudos sobre a história da Obra em Restauração no Brasil e pontos doutrinários.
     Em 15 de agosto de 2011 passou a compor a DGE (Departamento de Gestão Eleitoral) como Técnico-Administrativo, tendo como Gestor o pastor José Serrate Davila Nascimento.
     Na DGE desenvolveu como feito inédito na história das igrejas em Obra de Restauração no Brasil a URNA ELETRÔNICA utilizada na votação para a eleição do presidente da APOIORT em 2012, bem como seu organograma de debates.
    Em 29 de agosto de 2011 fez uma breve exposição Apologética sobre heresia no livro - A Obra da Restauração, conteúdo histórico e apologético. A convite do Pastor Gênesis Costa, autor no livro.
10 de Dezembro de 2011 foi convidado pelos pastores Elielberth Falcão dos Santos e Wellington Antunes para ser o Diretor Executivo da Revista Fundamento Cristão, revista de estudo bíblico das igrejas em Obra de Restauração, função esta antes ocupada pelo exímio e talentoso pastor Wellington Antunes.
    Por indicação do Pastor Nilton Gomes Borges Gonçalves, foi consagrado ao ministério Evangelístico na Igreja que está em Capivarí no dia 21 de Janeiro de 2012.
      É escritor e têm como suas primeiras obras literárias, os seguintes livros: “O COLAPSO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS” e “PERDOA-NOS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS”.
Em 07 de janeiro de 2013 fez o Sumário do livro A DOUTRINA BÍBLICA DO USO DO VÉU de Romário Neves Cardoso, membro da Congregação Cristã do Brasil.
Em 2012 completou seu Mestrado em Psicologia Pastoral.
Em fevereiro de 2013 passou a prestar serviços de web designer para o CEAP (Centro de Articulação de Populações Marginalizadas) e o CCIR (Comissão de Combate à Intolerância Religiosa)
Em abril de 2013 foi chamado pela FATI - Faculdade Teológica Internacional para ser o Diretor Pedagógico, Professor e Presidente Internacional da da entidade.
Em janeiro de 2014, assumiu a função de Dirigente da Congregação em Amapá (Duque de Caxias) pertencente a  Igreja em Capivari em Obra de Restauração.
Em dezembro de 2014 completou seu Doutorado em Ciências da Religião.
Em 04 de março de 2015 passou a ser o 1º Vice Presidente Internacional e Nacional da COMAP (Convenção do Ministério Apostólico e Profético Shalom La-Rhema).
Em abril de 2015 foi o Gestor responsável pela eleição do novo presidente da APOIORT, fazendo uso da urna eletrônica idealizada para pleito eleitoral, o tempo entre a votação e o resultado do vencedor foi de 45 minutos.
Em maio de 2016 formou-se em Instrutor de Trânsito pelo CENTEC.
     Foi precursor ao elaborar entrevistas em vídeos para divulgação das Igrejas em Obra de Restauração no Brasil, entre os entrevistados estão:
- Entrevista com o Pr. Elielberth Falcão dos Santos, presidente da APOIORT (em 2009)
- Entrevista com Márcia Coopler, cantora da Obra, esposa do Pr. Gênesis Silva Costa, Diretor-Presidente do SETE – Seminário Teológico Ebenézer, membro da AGIORB (2011)
- Entrevista com o Pr. Nilton Gomes Borges Gonçalves, precursor nesta Obra e pastor titular da igreja em Capivari, filiada a APOIORT (2011).
- Entrevista com o primeiro Missionário da Obra em Restauração no Brasil, Pr. Sebastião Batista Frauches (2012)
- Entrevista com o Pr. El - Emir Guimarães Maia, precursor da Obra em Restauração no Brasil (2012)
- Entrevista com Pastor Ademir Chaves (atual presidente a partir de 2015) e Paulo Roberto ambos da GIORB. (2012)
Pr. Ademir, Pr.Paulo Roberto da AGIORB e Pr. Elielberth Falcão falam sobre o Jubileu

Blogueiro com três trabalhos expressivos hoje em meio a internet.
ORBI - Original Bíblico - blog com codex  dos originais bíblicos e uma tradução completa, fiel com base nos originais existentes. Bíblia Hebraica Stuttgartensia, Codex Leningradensis, Codex Aleppo - acesse, Codex Sinaiticus,


Obras
O colapso das “Igrejas Evangélicas”
SINOPSE – A obra apresenta dezesseis artigos relacionados à vida e à identificação de algumas igrejas evangélicas que passam, segundo o próprio autor, que é evangélico, por um colapso da apostasia.
Segundo a obra e seu autor, algumas das igrejas e seus pastores vêm buscando fora do contexto bíblico maneiras de atrair mais adeptos, com a promessa de prosperidade, cura, engano, esquecendo-se do mais importante, que é a busca por Cristo, pelo criador. Ainda segundo o autor, muitos dos pastores não são guiados pelo Espírito Santo, o que gera a busca por novos acessórios a fim da atração à religião.
Colapso das “igrejas evangélicas” é uma obra escrita por um religioso, que também evangélico, e reconhecida como fundamental por outros evangélicos, como, por exemplo, o pastor Eliélberth Falcão, que é presidente da associação de pastores, obreiros e igrejas evangélicas de restauração (APOIORT). “Daniel não dilui a importância da Igreja no presente século; ele a adensa, e procura denunciar os intestinos abertos com o objetivo de identificar o verdadeiro canal que, de fato, foi aberto por Cristo.”
SOBRE O AUTOR – Daniel Alves Pena
Daniel Alves Pena é brasileiro, casado, ex-policial militar, nascido em Cachoeira de Itapemirim – ES. Foi criado em lar de pai católico e mãe evangélica protestante. Doutorado em teologia, deu seus primeiros passos na direção de Deus na Igreja Batista no bairro de Vilar dos Teles, em São João do Meriti-RJ. Ex-Coordenador do Pólo de Tecnologia em Desenvolvimento para Sistemas Móveis, ligado à Secretaria de Ciência e Tecnologia da Prefeitura de Duque de Caxias -Rio de Janeiro, um dos coordenadores do Projeto para Dependentes Químicos (PREFAM). É membro do conselho editorial da revista Fundamento Cristão e diretor, coordena algumas iniciativas de fé e de ajuda ao próximo.
Perdoa-nos assim como nós perdoamos
SINOPSE – Daniel vem mostrando aos leitores e às pessoas que acompanham a sua trajetória toda uma nova maneira de ver a vida e também de lidar com as pessoas; Daniel mostra, através de suas atitudes, que a vida merece ser repensada a fim de que todas as pessoas possam tirar dela o melhor que puderem e que, sobretudo, possam se perdoar, como ele mesmo afirma no corpo da obra.
“(…) O poderoso perdão nasce do amor ao próximo e tem uma força transformadora incrível. Praticar o perdão é um exercício importante. Perdoar não é fácil, às vezes demora algum tempo, mas é necessário para o bem de quem se sente com raiva, ou com rancor ou mágoa.”
-- 
Daniel Alves Pena
Web Design
Claro: (21) 97448-8968

WhatsApp: (21) 97448-8968
Hospedagem de siteswww.danielweb.com

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O 'antes e depois' mais fofo da timeline ��

Você teria coragem de participar deste jogo? ����

As habilidades desse doguinho vão te deixar assim > ��

O craque que jogou bem pra cachorro ��

terça-feira, 19 de setembro de 2017

AGORA É LEI: BARCAS PODEM TER LINHA DA PRAÇA XV A CAXIAS

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) promulgou nesta segunda-feira (18/09), a Lei 7.689/17, do deputado Dica (PODE). Publicada no Diário Oficial do Poder Legislativo, a norma cria uma nova linha social para as barcas, ligando a Praça XV, no Centro da cidade do Rio, ao Parque Trevo das Missões, na cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.



Pelo texto, caberá à Secretaria de Estado de Transporte definir os pontos de parada intermediários necessários para atender e otimizar a demanda. A implantação do serviço se dará por contrato e nos moldes do regime de concessão da legislação em vigor, sendo que a licitação para a linha Praça XV-Trevo das Missões ocorrerá por concorrência pública.
O serviço será prestado por concessionária, com fiscalização do estado e cobrança de tarifas. As mesmas serão fixadas através do termo de concessão, que estipulará as cláusulas de reajuste e de revisão, conforme o edital e a lei em vigor.
Para Dica, a proposta é uma forma de minimizar as dificuldades enfrentadas pelos moradores da Baixada Fluminense para chegar ao trabalho. “São milhares de pessoas que todos os dias passam, no mínimo, quatro horas (ida e volta) se deslocando para o trabalho. É preciso encontrar alternativas, a baixo custo, para proporcionar melhores condições para a população. O transporte hidroviário pode ser a grande solução”, avalia o deputado.


Esse porquinho quer te dar um oi

domingo, 17 de setembro de 2017

~Vespotter é a maior craque de quadribol

De quem é essa patinha ~fofa?

Esse peixe bizarro consegue ANDAR

O ~talento~ natural dos gatinhos para o piano

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Grupo teatral Os Encantadores transforma e inova Educação pública de Duque de Caxias


O que seria apenas um projeto experimental se transformou na menina dos olhos da Educação Municipal de Duque de Caxias (SME) e um sucesso nas escolas. É o grupo teatral Os Encantadores, que tem despertado a atenção de toda a rede ao levar diversão atrelada ao conhecimento para crianças e adolescentes. Formado por cinco professores -
Maykon Andrade, Eliana Leal Souza, Vanessa Moraes, Loíde Moutta e Paulo Fernando Mello (líder do grupo e único com formação de ator) - eles vão às escolas, caracterizados com personagens infantis, e encantam a garotada com esquetes, brincadeiras cantadas, contação de histórias, show de mágicas, teatro de fantoche e mímicas, oficinas de recreação, entre outras apresentações. Além disso, ainda promovem ações motivacionais para os professores. “Estamos muito felizes com a tamanha repercussão do nosso trabalho. Nós montamos esse grupo por acaso e a Secretaria apostou na nossa ideia. Além do lúdico, trabalhamos com temas de conscientização, como respeito às diferenças, prevenção à dengue e às drogas, e obras literárias. Quando chegamos às escolas, é visível o encantamento e a interação dos alunos. É gratificante ver o sorriso e o brilho no olhar de cada um. E é justamente isso que nos impulsiona”, declarou Paulo Mello, que é idealizador do grupo, ator e ex-roteirista da Escolinha Muito Louca, da Band, e da Escolinha do Gugu, da Record.

Para a secretária de Educação, profª Marise Ribeiro, a aposta nos Encantadores surgiu justamente por entender a tamanha importância da arte cênica para o ambiente escolar.
“Essa ação é um diferencial para a nossa educação, pois traz benefícios tanto para alunos quanto professores. Para os primeiros, ajuda no desenvolvimento de várias áreas, como na criatividade, na memorização, no vocabulário, na conscientização e também na socialização. Ao professor ajuda a perceber traços de personalidade de cada aluno, como ele se comporta individualmente e em grupo, permitindo assim um melhor caminho para a adequação do seu trabalho pedagógico”, analisou a secretária.

Os encantadores já percorreram cerca de 60 das 178 unidades públicas municipais, somando um público de aproximadamente oito mil alunos. Eles contam que já passaram por várias situações marcantes e uma delas foi na Escola Municipal Oswaldo Cruz, no Gramacho, quando se apresentaram para classes de alunos especiais.

“No início eu fiquei um pouco receoso, pois não sabia como eles iriam reagir. Mas eu realmente me surpreendi e ao mesmo tempo fiquei emocionado. Eles prestaram muita atenção, gargalhavam, queriam me tocar, me abraçar, participaram das brincadeiras, enfim, o envolvimento foi maravilhoso e muito além do que eu imaginava. E é justamente isso que me faz ver o quanto esse trabalho vale a pena. Todos, sem qualquer distinção, devem ter acesso à arte, que é tão enriquecedora para a nossa educação”, emocionou-se Maykon Andrade, que faz o príncipe nas peças e é professor de Educação Física.

Na Escola Municipal Romeu Menezes, no bairro Laguna e Dourados, não foi diferente. Numa unidade com cerca de 800 alunos o envolvimento foi visível. Divididos por turmas, entre crianças e adolescentes, eles se divertiram a valer.

“Esse projeto é realmente formidável. Muitas crianças aqui não têm acesso ao teatro e vivem isoladas dentro das comunidades. Uma iniciativa desse nível é um marco para a nossa rede”, comemorou a professora da sala de leitura, Andreia de Melo.

Os Encantadores fazem parte do Departamento de Projetos Educacionais (DPE) da SME, chefiado pela professora Arlene Cavalini, e atendem as escolas municipais de acordo com um cronograma traçado. Para solicitar a visita do grupo, basta encaminhar um e-mail para dpe@smeduquedecaxias.rj.gov.br.

Mais informações: Mariléa Lopes (assessora de imprensa) -  99728-1185
Fotos/Divulgação: Gabriel Bento

Temos uma pergunta muito importante para fazer para esse ��

Panda mais velha do mundo morre aos 37 anos

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Morre o compositor Marcio das Camisas

EU NUNCA IMAGINEI Q FOSSE TER Q POSTAR ISSO ...HJ É UM DOS DIAS MAIS TRISTES DA MINHA VIDA E DA HISTÓRIA DA NOSSA ESCOLA DE SAMBA GRANDE RIO POIS PERDEMOS ESSA PESSOA MAIS Q MARAVILHOSA Q TODOS GOSTAVAM E ERA UM DOS Q MAIS AMAVA NOSSA TRICOLOR DE CAXIAS.FOI ELE QUEM ME APRESENTOU CAXIAS E ESSA ESCOLA Q TANTO APRENDI AMAR TANTO QTO ELE...POIS É EU QUERIA Q FOSSE SÓ UM PESADELO MAS TEREMOS Q SE DESPEDIR DO INESQUECÍVEL MARCIO DAS CAMISAS, Q AO MEU VER MERECIA UM ESTÁTUA NA QUADRA DA ESCOLA E SERÁ SEMPRE ETERNIZADO EM NOSSAS MEMÓRIAS...NÃO CONSIGO ESCREVER MAIS NADA POR CAUSA DA TREMEDEIRA ...

MUDANÇA DE ITINERÁRIO LINHA XERÉM X PIABETÁ

A quem possa interessar a partir de hoje 11/09/2017 os ônibus da empresa trel que fazem a linha Xerém-Piabetá não fazem mais o retorno no arco metropolitano tanto o via cantão quanto o pedágio a partir dessa data fazem retorno no viaduto de Santa cruz da Serra, muitos passageiros ainda desavisados apesar do comunicado da empresa nos carros da linha.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Marcos Valerio À Luz do Espiritismo / Espíritas!, amai-vos, eis o primeiro ensinamento. Instruí-vos, eis o segundo.


“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o espiritismo é a minha verdade, algo que escolhi como filosofia, a razão e a emoção caminhando lado a lado e tendo a ciência e a religião como fundamentos em seu tríplice aspecto: ciência, filosofia e religião.
Eu sou Marcos Valério, 52 anos, casado, nascido em Pernambuco, ensino médio (incompleto) e profissional da construção civil (pedreiro).
ESTAREMOS JUNTOS A PARTIR DE AGORA AQUI NA COLUNA “À LUZ DO ESPIRITISMO”.
Eu como trabalhador da Doutrina dos Espíritos quero através desta coluna levar até vocês uma análise dos fatos do nosso dia a dia, mas sempre à luz da Doutrina dos Espíritos.


“Espíritas!, amai-vos, eis o primeiro ensinamento. Instruí-vos, eis o segundo. Todas as verdades são encontradas no Cristianismo; os erros que nele criaram raiz são de origem humana. E eis que, além do túmulo, em que acreditáveis o nada, vozes vêm clamar-vos: Irmãos! nada perece. Jesus Cristo é o vencedor do mal, sede os vencedores da impiedade!” – (Espírito de Verdade. Paris, 1860.)
Allan Kardec – O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. VI, item 5.
Lendo o texto acima imagina-se que o contexto seja exatamente o que esta escrito, porem, infelizmente a realidade e bem outra, o que mais se encontra são pessoas que se dizem espíritas que não praticam nenhum nem outro ensinamento, pode ser a casa de pequeno, médio ou grande porte que este ensinamento apenas existe na teoria , pois na pratica é outra, as casas espíritas deveriam ser o local onde a pessoa que deseja buscar o entendimento e estudar verdadeiramente sobre o que é o espiritismo, infelizmente são palcos de disputas políticas internas, panelinhas de membros, divisão por classe social e por ai vai, pessoas despreparadas para conduzir estudos, sem o menor conhecimento e o que é bem pior, constituídas por espíritas evangélicos, espíritas maçônicos, espíritas católicos, espíritas umbandistas, espíritas budista, espíritas candomblecista... enfim toda sorte de espíritas, menos espíritas verdadeiramente espíritas, são estes bem poucos e estes poucos ainda são rechaçados por aqueles que já estão “no poder”, de quem é então a responsabilidade? Respondo eu aqui, os dirigentes que deveriam ser os primeiros a levantar a bandeira do verdadeiro espiritismo mas infelizmente são eles os despreparados que se deixam levar pelos modismo e ate mesmo conchavos de interesses e colocam pessoas sem a menor instrução para compor o quadro de trabalhadores da casa, aí infelizmente o texto inicial acima fica apenas na teoria, no estou aqui para denegrir está ou aquela instituição, mas infelizmente são relatos de frequentadores de casas espíritas que conversam comigo e me passam esta triste realidade, o amar vem como primeiro ensinamento, pois quando se ama o instruir-vos torna-se o complemento salutar de uma vivência verdadeiramente espírita, se você amigo espírita esta lendo este texto reflita, se queres realmente ser trabalhador na seara espírita tome o texto acima como carro chefe de tua jornada e não seja mais um a engrossar a lista dos que se dizem ser e não praticam.
Muita paz e luz / Marcos Valério






E quando um doguinho sorri para você? ��

domingo, 10 de setembro de 2017

sábado, 9 de setembro de 2017

Golfinhos são evacuados de Cuba por helicóptero


Você já viu um filhote de preguiça aprendendo a escalar?


Este gato entrou no Guinness com o maior rabo do mundo


A calopsita iludida que te representa


O passarinho mais fotogênico que você


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Momento Espírita / Independência do Brasil

Sete de setembro. Feriado nacional. Dia da Independência do Brasil.
Por todo o país se fazem presentes as comemorações.
São desfiles militares, escolares, civis.  Discursos, bandas, orquestras.
Evoca-se 1822, em verso e prosa.
Enaltece-se Dom Pedro I como o libertador.
Desde a sua audaciosa desobediência às determinações da metrópole portuguesa, não regressando a Portugal, estava proclamada a Independência do Brasil.
O príncipe tinha suas noites povoadas de sonhos de amor à liberdade.
Desenvolvia no Espírito as noções da solidariedade humana.
Não representava o tipo ideal necessário à realização dos projetos espirituais, mas era voluntarioso. E ele era a autoridade.
Os patriotas já não pensavam noutra coisa que não fosse a organização política do Brasil.
A imprensa da época concentrava as energias nacionais para a suprema afirmação da liberdade da pátria.
As pessoas viviam a expectativa. Todos os corações aguardavam.
Então, no retorno da sua viagem a São Paulo, um correio leva ao conhecimento de Dom Pedro as novas imposições das cortes de Lisboa.
Ali mesmo, nas margens do Ipiranga, ele deixa escapar o grito: Independência ou morte!
Sem suspeitar, Dom Pedro I era dócil instrumento de um emissário Divino, que velava pela grandeza da pátria.
Consumou-se o fato e, logo, os versos do Hino da Independência eram cantados: Já podeis da pátria filhos, ver contente a mãe gentil. Já raiou a liberdade, no horizonte do Brasil.
A Independência do Brasil foi fruto do intenso trabalho das hostes espirituais junto aos homens. Muitos homens deram a vida por este ideal.
São passados cento e noventa e cinco anos da nossa independência.
Olhamos o nosso imenso país, um gigante geográfico e nos indagamos: Somos realmente livres?
A verdadeira independência é moral.
Enquanto prosseguem vigentes o jeitinho brasileiro e a lei de Gerson não seremos livres.
Quando assumirmos nosso papel de homens dignos, corretos, fiéis aos nobres ideais, seremos livres.
Quando o estandarte da solidariedade e da tolerância se implantar em nossos corações, a nossa bandeira verde e amarela tremulará mais bela.
Quando estendermos os braços para o bem da comunidade, as estrelas do pano pátrio brilharão com maior intensidade.
Quando a ordem e a disciplina se instalarem nas ações de todos nós, o branco do pavilhão nacional terá alcançado o verdadeiro sentido: a paz.
Para que o progresso real se instale, é necessário que as individualidades cresçam. A soma das conquistas pessoais resultará no crescimento coletivo.
Hoje é um excelente dia para se propor a trabalhar pelo nosso gigante.
Dizem que está adormecido, mas só porque os seus filhos dormem. A mãe gentil que nos recebe nesta etapa da vida no planeta merece-nos o esforço.
Se quisermos, e só se quisermos, poderemos tornar verdadeira, desde agora a assertiva espiritual: Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho.
Coração que pulsa, que ama, que não relega ao abandono os seus filhos. E tanto quanto pode, recebe e ampara os filhos de outros solos.
Pátria do Evangelho que irradia o bem, que serve de modelo, que luta pela justiça, pela verdade.
Independência moral. Crescimento real. Vamos todos começar neste dia a lutar por tais objetivos?
*   *   *
Relatam as tradições espirituais que Tiradentes, morto em 1792, continuou após a sua morte, a trabalhar pela Independência do Brasil.
Ele estava com o príncipe regente Dom Pedro no grito do Ipiranga.
Isso demonstra que os Espíritos, mesmo abandonando a carne, prosseguem nos ideais abraçados.
Os Espíritos, como os homens, amam o torrão que lhes serviu de berço, se interessam pelas coletividades, trabalham pelo bem geral. 
Redação do Momento Espírita, com base nos cap.18 e 19 do livro
 
Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho, pelo Espírito 
Humberto de Campos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, 
ed. FEB.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 6, ed. FEP.
Em 7.9.2017.

Marcos Valerio À Luz do Espiritismo / FILHOS / POR - Regina Navarro Lins


“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o espiritismo é a minha verdade, algo que escolhi como filosofia, a razão e a emoção caminhando lado a lado e tendo a ciência e a religião como fundamentos em seu tríplice aspecto: ciência, filosofia e religião.
Eu sou Marcos Valério, 52 anos, casado, nascido em Pernambuco, ensino médio (incompleto) e profissional da construção civil (pedreiro).
ESTAREMOS JUNTOS A PARTIR DE AGORA AQUI NA COLUNA “À LUZ DO ESPIRITISMO”.
Eu como trabalhador da Doutrina dos Espíritos quero através desta coluna levar até vocês uma análise dos fatos do nosso dia a dia, mas sempre à luz da Doutrina dos Espíritos.

FILHOS / POR - Regina Navarro Lins
Você já ouviu falar em coparentalidade? É uma opção que está se tornando cada vez mais comum: homens e mulheres se conhecem e decidem gerar um filho sem estar num relacionamento amoroso. Foi lançado um site e um aplicativo para facilitar os encontros entre os interessados na coparentalidade. Mais de 400 pessoas já se cadastraram na plataforma em busca de um parceiro coparental. “Ter um filho é assumi-lo, amá-lo e educá-lo, sem a necessidade de amar outra pessoa para isso. É preciso separar uma relação conjugal de uma relação parental”, disse a idealizadora do aplicativo, a jornalista Taline Schneider.
Filho, quando se pensa imagina-se logo de cara que se gera no encontro de corpos entre um homem e uma mulher, e nessa conjunção carnal forma-se um novo ser, pelo menos esta é a narrativa lógica da situação, só que, hoje em dia, essa pratica esta cada vez mais, deixada de lado, vamos por assim dizer, muitos já optam por ter seus filhos sem a necessidade de ter um parceiro presente, como assimilar essa realidade segundo a Doutrina dos Espíritos?
No Livro dos Espíritos no capitulo que trata de parentesco e filiação é fato que nada relata sobre como se deve ter um filho, e sim, todo um contexto espiritual, moral, semelhanças físicas e genealógicas, claro, sabemos também que ao assumir uma paternidade tomamos por responsabilidade um ser que escolhemos como por empréstimo para auxiliá-lo em sua nova jornada e assim também acerta alguma aresta deixada anteriormente, a forma como se tem o filho nesse caso pouco importa, importa sim, a responsabilidade diante dessa decisão e da conta que deveremos acertar caso venha-se a falhar diante de tal iniciativa de ser pai ou mãe numa “produção independente”, Deus nos outorga a liberdade de sermos o que quiser ser, ta aí o livre arbítrio, porém não nos queixemos depois pelas nossas faltas cometidas causadas por nossa falta de coerência e bom senso, filho dádiva Divina, te absolve, ou te empurra mais ainda para um abismo tão profundo que para sair dele será necessário muitas existências, pensem bem quando o assunto e ter um filho.
Muita paz e luz / Marcos Valerio





O 🐶 do Chris Evans ficou radiante ao reencontrar o ator


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

PAPAI NOEL E A ESPERANÇA

PAPAI  NOEL  E  A  ESPERANÇA

Um dia véspera de Natal eu desembarcava em Itirapina;uma menina regulando uns oito anos, de longe, vendo-me, julgou que eu era Papai Noel, por ser velho e ter barbas brancas e compridas: vem correndo ao meu encontro; as perninhas marcadas no vestidinho e a cabeleira a adejar, alegre, contente, porque estava vendo Papai Noel a quem ia pedir um presente.
Chegada que foi, cansada da carreira, me diz: o senhor é que é o Papai Noel? Não querendo enganar a criança, disse-lhe: filhinha, eu não sou Papai Noel: Papai Noel não existe.
Ao dizer esta verdade, aquele rostinho cheio de esperança e risonho como uma manhã de primavera, torna-se sombrio e triste: continuei dizendo-lhe que o Papai Noel, é o papai das meninas e meninos obedientes e estudiosos, quem compra os brinquedos e de noite os põe nos sapatinhos.
Então a criança ficou triste e quase a chorar, disse: então este ano não tenho brinquedo: abrindo as mãozinhas e estendendo os bracinhos.
Porque, perguntei: ergueu a cabecinha em atitude de desespero se revolta e diz: papai está desempregado e sem dinheiro!
Para acalmar a dor que ia na alma daquela criança, disse-lhe e se eu fosse Papai Noel o que é que você queria?
Olhou-me cheia de dúvida e fixando-me, disse: se o senhor fosse o Papai Noel, eu queria era uma bolsinha assim, e mostra com a mãozinha o tamanho da bolsinha; dei-lhe o dinheiro para comprar a bolsinha tão desejada.
Ela toma o dinheiro, olha para mim e apontando-me com o dedinho, radiante e contente diz: - o senhor é que é o Papai Noel, saiu correndo e meia hora depois mais de cinqüenta crianças, queriam ver Papai Noel.
Nesta criança, temos uma lição enorme de muita importância: julgando que eu era Papai Noel, vinha cheia de esperança, que perde ao saber a verdade, e com a perda da esperança , veio o desalento, a tristeza, a revolta, a dor.
Disto concluímos que, destruir uma esperança, é um crime embora seja com uma verdade. A destruição de uma esperança leva uma criatura a todos os desvarios; destrói-lhe a energia, a coragem, as idéias deixando-a em uma apatia onde nada vê, nada compreende, sem orientação deixa-se levar pelo acaso; outras vezes, produz a revolta o desespero, em que todas as energias se reúnem para consumar uma vingança, levar a cabo um suicídio e outras tragédias da vida. Falando a verdade fui destruir uma esperança que só com outra esperança pude reabilitar; aprendendo que quando a esperança volta, não vem tão grandiosa como no princípio; vem como uma mistura de dúvida e desengano, que só termina quando o objeto da esperança se concretiza. Daí a lição; nunca devemos destruir uma esperança nem mesmo com uma verdade, e ainda outra lição não menos grandiosa, é que a verdade, apesar de ser verdade, nem sempre se deve dizer, sendo necessário esperar ocasião oportuna para a dizer sem que ela vá destruir uma esperança e possa produzir aos seus efeitos.
Justo motivo tinha o Mestre quando ensinou: sede simples com as pombas, mas prudentes com as serpentes.
 Autor e Local da Publicação Não Anotados

Papai Noel

Por que algumas pombas andam de metrô? ��

O cachorro em campo deu sorte para o Brasil

terça-feira, 5 de setembro de 2017

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

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