O Campinarte é independente. Não recebe subvenção de nenhuma prefeitura, governo de estado e muito menos do governo federal. Não somos uma organização não governamental, fundação, associação ou centro cultural e também não somos financiados por nenhum partido político ou denominação religiosa. Não somos financiados pelo tráfico de drogas ou milicianos. Campinarte Dicas e Fatos, informação e análise das realidades e aspirações comunitárias. Fundado em 27 de setembro de 1996 por Huayrãn Ribeiro.

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Campinarte Dicas e Fatos / Edição 268

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domingo, 1 de dezembro de 2019

FELIZ NATAL / 2019


Feliz Natal!!!


Depois de um ano bastante complicado é chegada a hora de dar uma paradinha, respirar e agradecer a todos que direta ou indiretamente contribuíram com o nosso Campinarte Dicas e Fatos.
Quero desejar a todos Boas Festas e um Feliz Natal.
Que o Ano Novo seja cheio de saúde e muito trabalho e claro, muita paz.
Vamos nesse novo ano promover algumas modificações que fazem parte da nossa programação.
Apesar de todas as dificuldades o Campinarte continua com os seus projetos de modernizar cada vez mais o nosso trabalho.
Com certeza novas seções, novos escritores e mais uma série de novidades que apresentaremos de acordo com as necessidades.
O mais importante é que o Campinarte continuará trabalhando para ser igualzinho aos bons, um informativo no mínimo útil, um informativo cada vez mais digno de você.
E aproveito para pedir que você continue apoiando o nosso trabalho: lendo, anunciando, comentando e recomendando o nosso informativo.
São 23 anos em circulação sem nunca ter que recorrer a subvenção de qualquer prefeitura, qualquer governo de estado e muito menos do governo federal.
O Campinarte conta (apenas) com aqueles que conhecem e reconhecem a importância de uma imprensa alternativa atuante, informando e analisando as realidades e aspirações comunitárias.
A você leitor do Campinarte o meu muito obrigado pelo respeito, pelo apoio e pelo carinho.
BOAS FESTAS... FELIZ ANO NOVO... !!!

O Campinarte deseja a todos um Feliz Natal!


25 de Dezembro - Natal

Dia de Natal é um dos feriados mais importantes no calendário católico português e é a data mais esperada do ano pelas crianças.
O Natal celebra-se todos os anos a 25 de dezembro. É nesse dia que se comemora o nascimento do Menino Jesus, filho da Virgem Maria e de São José.

Festa de Natal

Na noite de 24 de dezembro as famílias reúnem-se para a Ceia de Natal. À mesa, degustam as iguarias de Natal, tal como o bacalhau, as rabanadas, o pão-de-ló, o bolo-rei, os sonhos de Natal, entre muitos outros alimentos tradicionais da época.
Às 00h00 do dia 25 de dezembro realiza-se a tradicional Missa do Galo em certas localidades do país. Algumas famílias assistem a esta missa, que comemora o nascimento do Menino Jesus, em Belém. Em casa, beija-se o Menino Jesus do presépio à meia-noite.
Apenas depois da meia-noite as crianças podem abrir os presentes, colocados junto à árvore de Natal. Algumas esperam até a manhã de 25 de dezembro para abri-los. No dia 25, o almoço junta novamente as famílias para a comemoração do Natal.

Origem do Natal

O dia 25 de dezembro foi a data escolhida para celebrar o nascimento de Jesus. Isso porque não se sabe ao certo quando terá acontecido.
Essa foi a forma encontrada pela Igreja Católica para tornar religiosa as festas romanas pagãs, que eram celebradas na mesma altura do ano, em comemoração ao solstício de inverno.

Hoje venho aqui para alertar sobre as compras de Natal


Eu sei que a vida não está nada fácil, mas você que tem família sabe muito bem, que na medida do possível, quando você consegue adiantar as compras de Natal, é um verdadeiro alívio. Parece que o Natal fica melhor ainda.
Comprando com um pouco de antecedência, você acaba pagando menos, até por que muita coisa de Natal pode ser comprada, sim, com bastante antecedência.
O importante é que você se programe para essas datas marcantes e o ideal seria que você começasse a comprar coisas para o Natal já a partir do mês de agosto.
Eu digo aquelas lembrancinhas que não podem faltar, para aqueles a quem você está acostumado a presentear no Natal.
O que você puder comprar com antecedência que o faça, tenho certeza que vai ser mais lucrativo, menos estressante e esse é o primeiro passo para um Feliz Natal!
Procure os seus artigos nas lojas que se dedicam mais a essas datas, que realmente valorizam mais o Natal, lojas que se enfeitam para o Natal. Quem se dedica, valoriza, se enfeita, respeita mais o Natal, é porque também se dedica, valoriza e respeita a sua clientela.
O que for perecível, claro, não tem jeito, tem que comprar mesmo as vésperas do Natal.
Então pense nisso e adiante o que você puder para passar um Feliz Natal com a família, parentes e amigos.

3 contos de Natal para você ler para seu pequeno

Então é Natal… A casa está enfeitada, as luzes iluminam toda a cidade, a árvore já está montada, os presentes escondidos e a magia está no ar! É tempo de reunir a família, preparar os mais deliciosos quitutes e desejar e inspirar paz, solidariedade e amor! Para entrar no clima natalino, nada melhor do que histórias e filmes natalinos, não é? Pensando nisso, nós trouxemos aqui 3 contos de Natal para você ler para seu pequeno. Confira:

1. Lenda da vela de Natal

Lenda antiga de origem austríaca
Autor desconhecido

Era uma vez um sapateiro pobre que vivia  em uma cabana, perto de uma humilde aldeia. Como gostava de ajudar os viajantes que passavam junto à sua casa durante a noite, o sapateiro deixava uma vela acesa todas as noites na janela da casa para lhes iluminar o caminho. Certa altura, deu-se uma grande guerra que fez com que todos os jovens partissem, deixando a aldeia ainda mais pobre e triste. Ao verem a persistência daquele pobre sapateiro, que continuava a viver a sua vida cheio de esperança e bondade, as pessoas da aldeia decidiram imitá-lo e, na noite de véspera de Natal, todos acenderam uma vela nas suas casas, iluminando assim toda a aldeia. À meia-noite, os sinos da igreja começaram a tocar, anunciando a boa notícia: a guerra tinha acabado e os jovens regressavam às suas casas! Todos gritaram: “É um milagre! É o milagre das velas!”. A partir daquele dia, acender uma vela na véspera de Natal tornou-se tradição em quase todas as casas.


2. História do sonho do Papai Noel

Autor: J. Letria

Certa noite, enquanto dormia, o Papai Noel teve um bonito sonho: era véspera de Natal e todos estavam felizes! Ninguém estava sozinho… Todos tinham família e uma casa com a mesa pronta para a ceia de Natal, onde não faltava comida farta e deliciosa. Não havia pobreza, nem ódio, nem guerras. Todos eram amigos e não havia brigas, palavrões nem má educação… Havia sim, amor, compreensão e carinho entre todos.
As pessoas que se encontravam nas ruas, a caminho de casa, cantarolavam alegremente músicas de Natal, levando os últimos presentes para colocar debaixo do pinheiro. E o Papai Noel não conseguia deixar de sorrir, de tanta felicidade, ao ver o mundo cheio de paz, amor e harmonia!
Quando o Papai Noel acordou e viu que tudo não passava de um sonho, ficou muito triste. Afinal, só algumas pessoas no mundo eram felizes, capazes de celebrar o Natal em alegria e paz com os seus, de terem um lar, comida, roupa e amor. Perante esta situação, o Papai Noel declarou em voz alta: “terei de continuar a ajudar as crianças e os adultos a terem um Natal realmente feliz! Vou preparar as renas e o meu trenó, para enchê-lo com presentes e distribuí-los esta noite, de modo a que, pelo menos uma vez por ano, haja alegria no coração de todos nós!”
Quando viu os sorrisos das crianças e dos pais ao verem os seus presentes, o Papai Noel decidiu manter esta tradição. Continua assim, ano após ano, a cumprir a sua tarefa, até que um dia possa ver o seu lindo sonho totalmente concretizado.


3. Lenda do pinheiro de Natal

Autor: Jean-Baptiste Poquelin Molière

Há muito, muito tempo, na noite de Natal, existiam três árvores junto do presépio: uma tamareira, uma oliveira e um pinheiro. Ao verem o Menino Jesus nascer, as três árvores quiseram oferecer-lhe um presente. A oliveira foi a primeira a oferecer, dando ao Menino Jesus as suas azeitonas. A tamareira, logo a seguir, ofereceu-lhe as suas doces tâmaras. Mas o pinheiro, como não tinha nada para oferecer, ficou muito infeliz. As estrelas do céu, vendo a tristeza do pinheiro, que nada tinha para dar ao Menino Jesus, decidiram descer e pousar sobre os seus galhos, iluminando e enfeitando o pinheiro. Quando isto aconteceu, o Menino Jesus olhou para o pinheiro, levantou os braços e sorriu! Reza a lenda que foi assim que o pinheiro – sempre enfeitado com luzes – foi eleito a árvore típica de Natal.

Campinarte Contos de Natal

Boas Festas e Feliz Ano Novo!!! Huayrãn Ribeiro

O Campinarte deseja a todos Boas Festas e um Feliz Ano Novo e aproveito para deixar com vocês um texto interessante que nos foi enviado por um colaborador. Vale à pena, confira.
PAI NOSSO...
Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando meu coração ao amor. Será inútil dizer: PAI NOSSO
Se os meus valores São representados pelos bens da terra. Será inútil dizer: QUE ESTAIS NO CÉU
Se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo. Será inútil dizer: SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME
Se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades. Será inútil dizer: VENHA A NÓS O VOSSO REINO
Se no fundo o que eu quero mesmo é que todos os meus desejos se realizem.
Será inútil dizer: SEJA FEITA A VOSSA VONTADE
Se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome. Será inútil dizer: O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE.
Se não importo em ferir, injustiçar, oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho. Será inútil dizer: PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO
Se escolho sempre o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho do Cristo. Será inútil dizer: E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO
Se por minha vontade procuro os prazeres materiais e tudo o que é proibido me seduz. Será inútil dizer: LIVRAI-NOS DO MAL...
Se sabendo que sou assim continuo me omitindo e nada faço para me modificar. Será inútil dizer: AMÉM.

PAPAI NOEL E A ESPERANÇA

PAPAI  NOEL  E  A  ESPERANÇA

Um dia véspera de Natal eu desembarcava em Itirapina;uma menina regulando uns oito anos, de longe, vendo-me, julgou que eu era Papai Noel, por ser velho e ter barbas brancas e compridas: vem correndo ao meu encontro; as perninhas marcadas no vestidinho e a cabeleira a adejar, alegre, contente, porque estava vendo Papai Noel a quem ia pedir um presente.
Chegada que foi, cansada da carreira, me diz: o senhor é que é o Papai Noel? Não querendo enganar a criança, disse-lhe: filhinha, eu não sou Papai Noel: Papai Noel não existe.
Ao dizer esta verdade, aquele rostinho cheio de esperança e risonho como uma manhã de primavera, torna-se sombrio e triste: continuei dizendo-lhe que o Papai Noel, é o papai das meninas e meninos obedientes e estudiosos, quem compra os brinquedos e de noite os põe nos sapatinhos.
Então a criança ficou triste e quase a chorar, disse: então este ano não tenho brinquedo: abrindo as mãozinhas e estendendo os bracinhos.
Porque, perguntei: ergueu a cabecinha em atitude de desespero se revolta e diz: papai está desempregado e sem dinheiro!
Para acalmar a dor que ia na alma daquela criança, disse-lhe e se eu fosse Papai Noel o que é que você queria?
Olhou-me cheia de dúvida e fixando-me, disse: se o senhor fosse o Papai Noel, eu queria era uma bolsinha assim, e mostra com a mãozinha o tamanho da bolsinha; dei-lhe o dinheiro para comprar a bolsinha tão desejada.
Ela toma o dinheiro, olha para mim e apontando-me com o dedinho, radiante e contente diz: - o senhor é que é o Papai Noel, saiu correndo e meia hora depois mais de cinqüenta crianças, queriam ver Papai Noel.
Nesta criança, temos uma lição enorme de muita importância: julgando que eu era Papai Noel, vinha cheia de esperança, que perde ao saber a verdade, e com a perda da esperança , veio o desalento, a tristeza, a revolta, a dor.
Disto concluímos que, destruir uma esperança, é um crime embora seja com uma verdade. A destruição de uma esperança leva uma criatura a todos os desvarios; destrói-lhe a energia, a coragem, as idéias deixando-a em uma apatia onde nada vê, nada compreende, sem orientação deixa-se levar pelo acaso; outras vezes, produz a revolta o desespero, em que todas as energias se reúnem para consumar uma vingança, levar a cabo um suicídio e outras tragédias da vida. Falando a verdade fui destruir uma esperança que só com outra esperança pude reabilitar; aprendendo que quando a esperança volta, não vem tão grandiosa como no princípio; vem como uma mistura de dúvida e desengano, que só termina quando o objeto da esperança se concretiza. Daí a lição; nunca devemos destruir uma esperança nem mesmo com uma verdade, e ainda outra lição não menos grandiosa, é que a verdade, apesar de ser verdade, nem sempre se deve dizer, sendo necessário esperar ocasião oportuna para a dizer sem que ela vá destruir uma esperança e possa produzir aos seus efeitos.
Justo motivo tinha o Mestre quando ensinou: sede simples com as pombas, mas prudentes com as serpentes.
 Autor e Local da Publicação Não Anotados

Papai Noel

Mensagens de Natal na voz de Chico Xavier


Aniversário de Jesus

Você anda pelas ruas e as cores lhe falam do Natal. Dourado, verde, vermelho. São bolas coloridas, laços vistosos de fitas, arranjos maravilhosamente dispostos nas vitrinas das lojas.
As luzes iluminam as fachadas das casas e transformam as alamedas em estradas de sol, em plena noite.
Tudo traduz alegria. Os apelos comerciais falam de presentes e de ofertas. É a época que antecede o Natal.
As preocupações giram em torno da compra de presentes.
As inquietações maiores têm a ver com o que dar aos afetos, aos amigos, conhecidos e clientes.
É uma época especial. O próprio ar parece envolto em suave aroma, tornando-se mais leve. Na acústica da alma, as baladas melodiosas da paz se apresentam em concerto.
É, sim, o Natal que chega de novo. Você já parou para pensar por que existe o Natal?
Em meio a tantas coisas a providenciar, você se deu conta o que irá comemorar?
Não esqueça que Natal é o Aniversário de Jesus. Não se esqueça de Lhe preparar uma festa especial.
Uma festa que requer só um pouco de tempo e disposição. Uma festa que se faz na intimidade da alma e que se traduz na alegria que você propicia a alguém, em nome Dele, o Aniversariante.
Por isso, quando passar pela rua, carregando pacotes, olhe ao seu redor. Descubra nas esquinas, na frente das vitrinas iluminadas, vários pares de olhos infantis ansiosos.
Eles também sonham, com a única diferença que quase nunca os sonhos deles se realizam.
Descubra nesses olhares perdidos nas terras dos sonhos, os desejos e ansiedades e aproxime-se.
Fale com eles. Converse. Ouça-os. É possível que você não disponha de recursos para lhes concretizar os anseios, mas fale com eles, em nome de Jesus.
Sorria, pergunte pela família, demonstre interesse. Alongue o braço. Esboce um gesto de carinho. É Natal.
Lembre ainda que, enquanto você anda de um lado para o outro, entrando e saindo das lojas, consultando preços e catálogos, existem muitos que se encontram imobilizados em leitos de enfermidade e solidão.
Busque-os também. Visite-os, em nome Dele, do Divino Amor que um dia caminhou pelas vias terrenas e que ainda hoje, prossegue, meigo e doce, nas vielas do mundo, procurando alguém como você.
Alguém que disponha de uns minutos, que O ouça e O interprete para outro alguém com um tempinho, um carinho, um simples olá. Especialmente porque esta é a época do Natal.
*   *   *
Não perca o tesouro das horas nem a oportunidade de socorrer ao próximo.
Você pode, ainda hoje, estender o agasalho a quem a noite pede perdão por ser longa e fria. Pode aliviar o suplício dos companheiros que a doença consome ou dizer a frase calmante para os que quase enlouquecem no sofrimento.
Se você se dispuser a isso, sentirá que verdadeiramente está vivendo o espírito do Natal, e iluminará a sua vida de amor, transformando os seus dias em um perene dia de Natal.
Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais 
extraídos do cap. 25 do livro O espírito da verdade, por Espíritos 
diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Disponível no CD Momento Espírita Especial de Natal, v. 15, ed. Fep.
Em 31.01.2010.

..:: Momento Espírita ::.. Contos de Natal

Natal é vida
Era noite de Natal, mas ele não podia delegar o trabalho que iria começar dentro de alguns minutos.
Há muitos anos Maurício era voluntário do CVV - Centro de Valorização da Vida. Dedicava-se de todo coração.
Prontificara-se a ouvir os desabafos dos desiludidos da vida, antes que se decidissem pelo suicídio.
Trabalho anônimo. A simples escuta amorosa permite mudar a forma de pensar de muitos que buscam apoio.
Espírito solidário e disponibilidade de pouco mais de quatro horas semanais é um dos requisitos dos voluntários desse extraordinário serviço que iniciou, em nosso país, no ano de 1962.
Também anonimato de quem se dispõe à sua execução e sigilo das conversas. Um verdadeiro trabalho de amor.
Uma surpresa incalculável esperava por Maurício, nesse dia.
Quando o telefone tocou, uma voz clara e alegre se fez ouvir.
Era portadora de reconhecimento a todos os voluntários daquele trabalho.
Hoje estou ligando para agradecer o atendimento que recebi, há alguns meses.
Graças a vocês, estou novamente junto de minha família, e vou poder passar o Natal e o dia de Ano Novo com meus familiares queridos.
Peço a Deus para abençoar a todos os que dedicam suas horas proporcionando tamanha bênção.
Infinita emoção envolveu Maurício, que mal conseguiu falar um muito obrigado, em nome de todos os voluntários.
*  *   *
Sempre que chega dezembro, basta dedicarmos um pouco de atenção, para notarmos, que algo muda no ar.
O mês, dedicado à comemoração do nascimento do Mestre Jesus, traz consigo uma atmosfera de emoções especiais.
Demonstração clara de que nossos pensamentos, palavras e ações constroem nosso ambiente.
São as lembranças ricas de amor e carinho, entre familiares próximos e distantes.
São trocas de mensagens de amor, em nome de Jesus.
A aproximação de amigos distantes que se buscam para as comemorações fraternas.
Bazares de prendas que se realizam, em benefício de lares adotivos, creches, asilos.
Festas de confraternização entre trabalhadores de diversos setores.
Distribuição de doces e brinquedos para as crianças carentes.
Visitas aos lares necessitados, para entrega de cestas básicas, guloseimas e brinquedos.
Corais infantis sonorizando com boas músicas lugares privilegiados, nas cidades.
Peças teatrais nas escolas, contemplando passagens da vida de Jesus.
Lares e comércio, em geral, iluminados com coloridos alegres e chamativos.
Visitas queridas, que vêm de longe, trazendo e recebendo alegrias de reencontros.
E muitos agradecimentos especiais plenificam corações bondosos, inesperadamente.
As emoções, as lembranças, os sorrisos, a alegria saudável espoucam em todas as direções.
É Jesus mais próximo de nossos corações.
É Jesus compartilhando pensamentos, palavras e ações.
É Jesus abençoando a Humanidade.
É Jesus causando mudanças na atmosfera dos corações.
Ah! Se os homens resolvessem ter sempre Jesus tão próximo assim, o mundo seria tão mais agradável!
Como seria harmoniosa a Terra se todos os meses fossem dezembro. Se em todos os meses se comemorasse o aniversário do Rei Solar e Governador planetário.
Redação do Momento Espírita.
Em 23.12.2015
Mensagem para o Natal
Véspera de Natal. Noite gélida. A neve cai em flocos minúsculos, como garoa condensada.
A menina anda pelas ruas. Sente frio, mas sabe que não poderá voltar para casa. Não sem ter vendido as caixas de fósforos.
O dia morrera e ela não conseguira vender nenhuma.
Encolhe-se na saliência de uma casa. Acocora-se ali, com os pés encolhidos, para abrigá-los ao calor do corpo. Mas cada vez sente mais frio.
Toma de um fósforo. Que mal haverá se ela acender um? Somente um.
Risca-o contra a parede e a chama se faz. Parecia uma vela e ela se viu sentada diante de uma grande estufa, de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor.
Ela foi estendendo os pés congelados, para os aquecer e... apagou-se o clarão.
Então risca outro fósforo e onde bate a luz, a parede fica transparente, como um véu. Ela vê tudo dentro da sala. A mesa posta, a porcelana fina, um belo pato assado, recheado de maçãs e ameixas.
Mas o fósforo apaga e tudo some. Ela fica ali a ver somente a parede nua e fria na noite escura.
Acende outro fósforo e à sua luz vê uma enorme árvore de Natal. Entre os galhos, milhares de velinhas.
Ela estende os braços desejando apanhar um dos enfeites e então, então... apaga-se o fósforo.
As luzinhas da árvore de Natal foram subindo, subindo, até alcançar o céu e se transformarem em estrelas.
Uma delas cai, lá de cima, deixando uma poeira luminosa pelo caminho.
Alguém morreu! - Fala a criança, lembrando o que dizia sua avó: Quando uma estrela desce, uma alma sobe aos céus.
Ela acende mais um fósforo. Desta vez, é a avó que lhe aparece, sorridente, no esplendor da luz.
A emoção envolve a pequena. Desde que possa lembrar, ela somente recebera carinhos da avó. Ela, sim, a amara.
Vovó, eu queria que a senhora fosse de verdade. Sei que quando a chama apagar, a senhora vai desaparecer, como as luzes, a estufa quente, o pato assado, a árvore de Natal.
E se põe a riscar na parede, todos os fósforos das caixas, para que sua avó não vá embora.
Eles ardem com tanto brilho, que parece dia. Ela vê a avó cheia de luz, tão bonita!
A bondosa senhora a toma nos braços. Voam ambas, em um halo de luz e de alegria, mais alto, mais alto e mais longe...
Vão para um lugar onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo. Elas penetram o mundo espiritual.
No dia seguinte, os transeuntes encontram a menina morta, com a mãozinha cheia de fósforos queimados.
Coitadinha! Comentam. Deve ter querido se aquecer.
E todos se admiram do sorriso estampado no rostinho infantil.
Mas ninguém soube que visões maravilhosas lhe povoaram os últimos momentos. Nem com que alegria entrou, com sua avó, nas glórias da Espiritualidade, em pleno Natal.
*   *   *
Neste Natal, pensemos: até quando permitiremos que a infância continue a morrer, em pleno desabrochar?
Até quando continuaremos a permitir que a escuridão povoe o universo infantil?
É Natal. Natal de Jesus. Façamos algo por nossas crianças.

Redação do Momento Espírita, com base no conto A acendedora
de fósforos, de Hans Christian Andersen.
Em 22.12.2011.
Então, é Natal
E de repente, chega dezembro. Os meses rolaram tão rapidamente que nem nos apercebemos.
Ainda ontem era início de ano, férias. Depois, as semanas se precipitaram, sem nos dar chance de as viver em plenitude.
Então, é Natal. As vitrines estão repletas de ofertas e presentes, as ruas iluminadas. A cidade parece viver um clima de magia.
Tudo parece lindo, maravilhoso. As bolas vermelhas e douradas, os enormes laços de fita, os pinheiros cheios de luzes. As casas enfeitadas com mil lâmpadas, desejando dizer que é festa, é Natal.
Tocam sinos, tocam músicas. E pessoas compram presentes: pequenos, grandes caros, modestos.
Natal. Aniversário do Ser mais importante que esta Terra já abrigou: o Rei solar. Jesus, o Mestre.
E, quando a data se aproxima e tantos cantam e falam a respeito do Natal, emocionando corações, é bom nos perguntarmos: O que daremos ao Menino Jesus na noite santa?
Se o aniversário é dEle, o que temos para lhe oferecer? Podemos lhe oferecer os sorrisos que sorrimos durante todos os meses anteriores?
Aqueles que sorrimos para os nossos amores. Mas também para os amores alheios ou para quem nem tinha amores.
Podemos lhe oferecer as mãos perfumadas pelo trabalho honroso com que sustentamos nossa família, vencendo cada dia, com dignidade.
Mãos que também ampararam a família de quem padecia necessidades, de quem não tinha pão, nem carne, nem leite.
Mãos que prepararam sopas e as distribuíram nas madrugadas frias aos que não tinham um teto para retornar.
Mãos que embrulharam muitos presentes e colocaram na sala, para serem abertos no dia de Natal.
Mãos que prepararam pacotes vistosos para quem nem espera presentes. Crianças que serão surpreendidas com a realização do seu sonho, ganhando o ambicionado brinquedo.
Idosos que receberão mimos de quem sabe que a velhice deve ser amparada e festejada.
Podemos lhe oferecer nossos braços que aconchegaram ao peito o filho pequeno, que lhe atenderam a febre, a dor, o choro, nas madrugadas afora.
Braços que também se estenderam em direção do próximo, soerguendo-o da tristeza e envolvendo-o em abraços de fraternidade.
Podemos oferecer nossos ombros. Aqueles nos quais choraram nossos amigos, nossos amados.
Ombros que também serviram de apoio a deserdados do mundo que se mostravam tristes e desalentados.
Que temos a oferecer para o Menino Jesus?
*   *   *
É noite de Natal. Enquanto cantam hosanas os mensageiros celestes, rememorando a noite especial em que o Senhor das estrelas veio à Terra e encarnou entre nós, cantemos também.
Unamos o canto da nossa gratidão ao Senhor Jesus pela vida, pelo lar, pelo que temos, pelo que somos.
Cantemos rogando luz a quem ainda não teve a alegria de conhecer o nobre Aniversariante.
Para quem não conhece o verdadeiro sentido do Natal. Para quem o Natal é somente mais um dia, sem poesia porque desejamos, ardentemente, que neste Natal, esse alguém se dê conta de que o Natal existe, de que o Rei Solar veio estar conosco.
Para esse alguém desejamos um Natal feliz, um Natal de descoberta, um Natal de paz. Seu primeiro e verdadeiro Natal.
Redação do Momento Espírita.
Em 24.12.2015.
Canção de Natal
Era a véspera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austríacos, o padre Joseph Mohr lia a Bíblia.
Quando se detinha nos versículos que se referiam às palavras do visitante celeste aos pastores de Belém: Eis que vos trago uma boa nova, que será de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram à porta.
Uma camponesa pedia que fosse abençoar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.
Em pobre cabana de dois cômodos, cheia de fumaça do fogão, encontrou uma mulher com seu filho nos braços. A criança dormia.
O padre Mohr deu sua bênção ao pequeno e à mãe. Uma estranha emoção começou a tomar conta dele. A cabana não era o estábulo de Belém, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.
Ao descer a montanha, de retorno à paróquia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.
Aproximando-se da aldeia, pôde observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.
Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em oração, o aniversário do Divino Menino. A milenária promessa de paz vibrava no silêncio do bosque e no brilho das estrelas.
Padre Mohr não conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe ía na alma.
Pela manhã procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.
O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta é a canção de Natal de que necessitamos!
Compôs a música para duas vozes e guitarra, porque o órgão da igreja, o único na localidade, estava estragado.
No dia de Natal de 1818, as crianças se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.
Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...
Dias depois, chegou ao povoado o consertador de órgão. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.
O técnico em consertos de órgão era também um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e música da nova canção.
Consertando órgãos por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Canção de Natal. Não sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.
Entre muitos que aprenderam a Canção, quatro crianças, os irmãos Strasser passaram a cantá-la.
O diretor de música do Reino da Saxônia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.
A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Canção apaixonava os corações.
Mas ninguém sabia dizer quem era o autor.
Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar até Franz Gruber.
Haviam se passado mais de trinta anos. E a história do surgimento da Canção de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.
Não são conhecidas outras músicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua única produção.
Não será possível crer que as vozes do céu, que se fizeram ouvir na abençoada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que nós, os homens, pudéssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemoração, a cada ano, do aniversário do nosso Mestre e Senhor?

Redação do Momento Espírita, com dados colhidos no livro Remotos

cânticos de Belém, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim.
Disponível no CD Momento Espírita Especial de Natal, v. 15, ed. FEP.
Em 24.12.2013.
..:: Momento Espírita ::..

sábado, 30 de novembro de 2019

Vamos nos dedicar um pouco mais a divulgação de nossos blogs

O Campinarte é o responsável pela administração de vários blogs e devido às circunstâncias deixamos de promover e divulgar um pouco mais esses blogs.
Na verdade não trabalhamos como deveríamos para a promoção dos nossos blogs. Quando o Campinarte resolveu abrir mão do site em detrimento dos blogs não havíamos pensado num esquema de divulgação graças a facilidade de acessibilidade, aumento da interatividade, mas agora precisamos repensar algumas mudanças só para por as coisas nos seus devidos lugares.
Algumas páginas do jornal viraram blogs, além dos blogs de outras empresas administrados pelo Campinarte. Mas, isso vai ser muito fácil de ser entendido, tudo na hora certa só para não embolar o meio de campo.
Então aguardem, vamos falar mais sobre as atrações dos nossos diversos blogs e temos certeza que vocês vão adorar.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Então, o que fazer?

Se a sociedade não tem como base a educação, o conhecimento, a seriedade e a honestidade, esperar o quê, então? O caos! Apenas isso, o caos.
Sem esses ingredientes qualquer avanço não significa absolutamente nada.
É isso que estamos testemunhando a cada dia, uma sociedade totalmente despreparada obtendo o que há de melhor sem dar o mínimo valor. O preço é manter no poder a pior classe política do mundo. A maioria dessa classe política tem como objetivo conseguir o máximo que for possível e garantir o futuro para os seus durante gerações.
A não opção pela educação por parte da maioria da sociedade é muito bem vista pelos que estão no poder.
Vejam... O poder não nega a educação, não nega escolas de base, universidades, não nega condições. Hoje você pode estudar a distancia via Internet. Bem, se tudo isso acontece, por que será que a população rejeita?
Outra coisa: a desqualificação da mão de obra é outro tormento para o empregador. Existem várias vagas no mercado de trabalho, mas estas vagas não são preenchidas por falta de mão de obra qualificada.
A verdade é que aquilo que chamam de incentivo a educação, ao conhecimento, a seriedade e a honestidade, não existe.
Além do incentivo o que as autoridades deveriam fazer era obrigar desde a tenra idade que as crianças tivessem educação, conhecimento, seriedade e honestidade. E mais: também desde a tenra idade uma preocupação com a futura situação profissional dos pequenos.
Se tivéssemos um governo sério, honesto e com conhecimento de causa, essas deveriam ser suas primeiras preocupações.
Sem educação, conhecimento, seriedade e honestidade essa sociedade avançará de maneira lenta com muitas dificuldades até chegar (se chegar) ao estágio de evolução.
Então, o que fazer?

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Precisamos trabalhar para estimular a leitura


Pelas periferias o que mais se vê é uma espécie de admiração por tudo o que não é certo, correto, perfeito, de boa índole, honesto, sadio.
A coisa surpreende porque durante uma simples conversa com moradores dessas (chamadas) comunidades, você percebe nas entrelinhas que a predileção é pelo ganho fácil, pelo furto, roubo, tráfico e nada com a educação, nada com o trabalho, nada de compromisso com qualquer coisa séria, em outras palavras, nada com a lei. Se possível vai tudo na base da clandestinidade, de maneira bem pirata e não importa quem esteja prestando tal serviço. Esse grupo de pessoas, desassociado pelo Estado, prefere ser atendido por traficantes ou milicianos, desde que esses serviços sejam ajustados às suas conveniências. E é o que acontece.
Evidentemente que fica muito difícil traçar um plano para melhores dias de vida com esse grupo de pessoas se o caminho for, por exemplo, montar uma biblioteca. Por quê? Porque esse grupo de pessoas não lê! Esse grupo tem aversão à leitura. E quando você encontra pela frente um grupo avesso à leitura, tudo a partir daí, fica muito mais difícil.
Se você andar por essas chamadas “comunidades”, você encontra (no comércio) um grande número de bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes, salões de beleza, sorveterias, lojas de material de construção, lojas de móveis e outros estabelecimentos do gênero. Mas, se você for procurar nessas comunidades um teatro, um cinema, uma biblioteca ou qualquer outro equipamento de arte e cultura, na maioria absoluta, você não vai encontrar.
Quando você chega num determinado bairro e não consegue avistar nenhum equipamento de arte e cultura, com certeza, você estará diante de um grupo de pessoas que tem aversão a leitura.
Por isso que eu digo que para dar início a um trabalho de renovação social, o primeiro equipamento a ser montado, tem que ser uma biblioteca. A partir de uma biblioteca você poderá promover uma verdadeira revolução comunitária.
Resumo: precisamos trabalhar para estimular a leitura. Precisamos promover exposições de livros, incentivar a criação de poesias, contos e criar cursos de leitura. As pessoas precisam ler os jornais, revistas, livros, seja no papel ou na Internet, não importa. Tenho certeza que a partir deste incentivo as pessoas vão se interessar mais pela leitura e suas vidas terão um novo sentido... Pense nisso!