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Duque de Caxias, na Baixada Fluminense - Google Notícias

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Edição de Janeiro - 2018

O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Marcos Valério À Luz do Espiritismo / As moradas na casa do Pai

“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o espiritismo é a minha verdade, algo que escolhi como filosofia, a razão e a emoção caminhando lado a lado e tendo a ciência e a religião como fundamentos em seu tríplice aspecto: ciência, filosofia e religião.

Eu sou Marcos Valério, 52 anos, casado, nascido em Pernambuco, ensino médio (incompleto) e profissional da construção civil (pedreiro).
ESTAREMOS JUNTOS A PARTIR DE AGORA AQUI NA COLUNA “À LUZ DO ESPIRITISMO”.
Eu como trabalhador da Doutrina dos Espíritos quero através desta coluna levar até vocês uma análise dos fatos do nosso dia a dia, mas sempre à luz da Doutrina dos Espíritos.

A casa do Pai é o universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito […]. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulo 3, item 2.
Independentemente da diversidade dos mundos essas palavras de Jesus podem referir se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade […]. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulo 3, item 2.
Ao longo do processo evolutivo, o Espírito […] cresce no conhecimento e aprimora-se na virtude, estruturando, pacientemente, no seio do espaço e do tempo, o veículo glorioso com que escalaremos, um dia, os impérios deslumbrantes da Beleza Imortal. Emmanuel
Essa expressão as diversas moradas do Pai é um dos princípios da doutrina espírita para designar a pluralidade dos mundos habitados no universo e hoje com o desenvolvimento tecnológico e o aprimoramento da capacidade de estudo a cerca deste universo no qual estamos inseridos, cada vez mais o homem vislumbra horizontes ate então desconhecidos, e verifica-se que outros mundos estão ai para serem analisadas.
Mas também a outras expressões a serem analisadas Independentes da diversidade dos mundos, essas palavras de Jesus também podem referir-se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade. Conforme se ache este mais ou menos depurado e desprendido dos laços materiais, variará ao infinito o meio em que ele se encontre o aspecto das coisas, as sensações que experimente as percepções que tenha. 
E, portanto cada mundo recebe aquele que se enquadra segundo sua escala evolutiva para assim habitalo.
Pois a razão de ser a humanidade constituída por espíritos de diferentes ordens e segundo o grau de perfeição que tenham alcançado habitará mundos mais evoluídos.
Por força da lei à medida que o espírito se depura materialmente vai abitando mundos mais ditosos, Entre eles há os em que estes últimos são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente; outros, da mesma categoria que o nosso; e outros que lhe são mais ou menos superiores a todos os respeitos.
Nos mundos inferiores a essência é todo material sendo quase nula a vida moral, À medida que esta se desenvolve, diminui a influência da matéria, de tal maneira que, nos mundos mais adiantados, a vida é, por assim dizer, toda espiritual.
Enfim, é um assunto bastante rico e amplamente estudado nas casas espíritas, difícil hoje acreditar que estamos sozinhos neste universo e o que no passado muitos tinham como vislumbres de vidência ou algo impossível de se acreditar ta ai a ciência para comprovar o que no mundo espiritual isso não é nada de novo.

Nova Campinas / Morreu Antônio de Jesus

Fomos informados (em 18/01/2018) do falecimento de Antônio de Jesus (Dir. de Saúde) da Ass. de Moradores de Nova Campinas. 
Jesus auxiliava na coordenação do Programa de Saúde da Mulher em Nova Campinas - Ação realizada pela Secretaria de Saúde de Duque de Caxias três vezes por ano na Associação de Moradores de Nova Campinas, Terceiro Distrito do Município.
Em breve maiores informações.


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A desesperadora luta das tartarugas para sobreviver em meio ao lixo


Infrações relativas a estacionar seu veículo no artigo 181 no Código de Trânsito:


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Nova Campinas / Samba da Feira


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Claro que eu estou me referindo a Nova Campinas

Quando uma pessoa se candidata e pela primeira vez é eleito presidente de uma associação de moradores, gera em toda população uma expectativa muito grande.
Independente de qualquer coisa não deixa de ser para a comunidade uma aposta. Só que sendo eleito pela primeira vez ou mesmo apesar (se fosse o caso) de ser reeleito, o certo é que a paciência da coletividade tem limites e a mesma não tolera quando o tal presidente não demonstra seriedade, honestidade e conhecimento de causa, ingredientes fundamentais para uma boa administração comunitária, principalmente em se tratando de áreas consideradas carentes. E a ausência desses ingredientes foi umas das coisas que mais chamou a atenção dos moradores nos últimos anos. Claro que eu estou me referindo a Nova Campinas.
Agora, vejamos a seguinte situação: o sujeito toma uma associação de moradores (embora seja bastante conceituado na localidade), mas assume a entidade sem uma reunião e/ou uma assembleia, sem se quer comunicar à comunidade e o que é pior, essa mesma comunidade conhece o histórico negativo do mesmo quando esteve a frente de outras entidades, de outras associações de moradores! Por mais bem intencionado que o tal invasor tente se mostrar, evidentemente, que a comunidade vai ficar com um pé atrás. Os caminhos que aquele que está presidente da entidade percorreu não foram os caminhos da participação, do diálogo, da interatividade com a sociedade, da eleição, do voto, da democracia. Já que falam tanto em democracia, pregam tanto a democracia, falam tanto em participação popular, e de repente, alguém simplesmente toma uma associação de moradores e faz a seguinte detclaração: “estou presidente” e fica por isso mesmo. Claro que eu estou me referindo a Nova Campinas.
Está na hora dessa nova geração, assumir suas responsabilidades e administrar todas essas problemáticas que envolvem a comunidade. O legado da velha guarda foi o fracasso da associação de moradores de Nova Campinas e hoje, eu afirmo categoricamente, a comunidade se tiver que apostar, com certeza, vai querer apostar em gente nova, ideias novas, caso contrário - Nova Campinas nunca mais terá salvação.

Se a prestadora se recusar, reclame com a Anatel


Apesar dos pesares, hoje ainda é Carnaval e Carnaval dos bons e velhos tempos

Nesses últimos anos tenho notado que muitas coisas que antes eram veneradas, cultuadas, com o seu devido respeito, seja por razões sentimentais ou simplesmente para manter as tradições, estão aos poucos sendo deixadas de lado.
Você pode achar que estou sendo saudosista, mas, não importa, o que eu quero dizer é que hoje em dia, por exemplo, não se brinca mais o Carnaval como no passado, a população foi perdendo aquele espírito carnavalesco e o que se vê hoje em dia é um arremedo das festas de Momo. Nem mesmo os CD’s das Escolas de Samba tem mais aquele apêlo; o próprio desfile que era aguardado com muita expectativa pelo povão que preparava paneladas com vários tipos de comidas para acompanhar até o amanhecer o desfile de todas as agremiações regado a refrigerante, sucos, cerveja, (muito café para espantar o sono), hoje é coisa rara. Resumo: nem espírito carnavalesco, nem razões sentimentais e muito menos respeito as tradições, ficou tudo no passado. O Carnaval não vai acabar, mas seguirá nesse novo formato, completamente descaracterizado, sem brilho, sem magia, sem alegria, sem folia, sem brincadeira e sem um dos seus principais, digamos, ingredientes - o poder de provocar a ilusão de ser rei ou rainha por três dias ou ser um pirata, ser palhaço ou colombina, até mesmo ser homem ou mulher, mas só de brincadeira. Desfilar na avenida não tem mais aquele encanto, não atrai mais como atraía no passado. Esse ano não vai ser igualaqueles anos que passaram, o Carnaval nunca mais será como foi no passado. Aquele amor, já era. Amor ao Carnaval, a fantasia.
Mas apesar dos pesares, “vou beijar-te, agora, não me leve a mal, apesar dos pesares, hoje ainda é Carnaval e Carnaval dos bons e velhos tempos, pelo menos no meu coração”.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Nova Campinas tem novidades

A novidade é que Reginaldo Célio da Rocha (O Rocha) “está” presidente da Associação de Moradores de Nova Campinas.
Com a morte de Milton G. dos Reis, antigo presidente da entidade, Rocha “assumiu” a presidência e tentará uma reestruturação da Associação de Moradores implantando o básico necessário para que a entidade possa cumprir o seu papel comunitário.
Até mesmo a fachada da entidade máxima do bairro era a imagem da decadência e do fracasso o que naturalmente espantava a população.
Algumas mudanças já são visíveis e a grande empreitada doravante será uma das mais complicadas, ou seja, remontar o maior patrimônio de qualquer associação de moradores – o seu quadro social.
Há muitos e muitos anos a Associação de Moradores de Nova Campinas não vinha se quer fazendo o seu dever de casa. Nada de reuniões, nada se assembleias, eleições, etc.
Rocha vai ter que se virar para mudar a imagem de uma entidade totalmente desacreditada, sem projetos, desassociada dos moradores do próprio conjunto, abandonada e definitivamente jogada na lama. 
Eu, Huayrãn Ribeiro, não acredito no sucesso dessa empreitada, mas, no fundo estou torcendo para que o novo presidente, “estando” ou “sendo eleito”, queime a minha língua. Se o Rocha ou qualquer um que esteja a frente da entidade conseguir devolver o mínimo de civilidade a Nova Campinas, já poderá sim, ser considerada, uma grande vitória.

Denatran regulamentou sanções aos ciclistas e pedestres que cometerem infrações de trânsito


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Jacarés deixam focinho para fora de lago congelado para sobreviver no frio nos EUA


Bióloga é salva por baleia de um possível ataque de tubarão


domingo, 7 de janeiro de 2018


Agência bancária é explodida em Sta Cruz da Serra


Incêndio atinge garagem de ônibus em Duque de Caxias


terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Neste ano, tem eleições. Você vai tirar o título de eleitor ou vai precisar mudá-lo, ou vai se candidatar a algum cargo?


Transações em dinheiro acima de 30 mil reais deverão ser informadas à Receita Federal

É o que prevê uma resolução da própria Receita que entrou em vigor no primeiro dia deste ano. Na prática, a medida pretende evitar operações de sonegação, corrupção ou lavagem de dinheiro.
As operações deverão, agora, ser informadas por meio do preenchimento da Declaração de Operações Liquidadas com Moeda em Espécie.
Se for em moeda estrangeira, será preciso fazer a conversão do dinheiro para reais. Segundo a Receita, a medida já é adotada em outros países.
Quem não declarar o recebimento do dinheiro, fica sujeito à multa, que é de 1,5% do valor da operação para pessoas físicas e 3% para pessoas jurídicas.
O formulário está disponível no site receita.fazenda.gov.br

domingo, 31 de dezembro de 2017

Olha eu aqui / Lugon Reboque

Marcos Valério à Luz DP Espiritismo / As moradas na casa do Pai


A casa do Pai é o universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito […]. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulo 3, item 2.
Independentemente da diversidade dos mundos essas palavras de Jesus podem referir se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade […]. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulo 3, item 2.
Ao longo do processo evolutivo, o Espírito […] cresce no conhecimento e aprimora-se na virtude, estruturando, pacientemente, no seio do espaço e do tempo, o veículo glorioso com que escalaremos, um dia, os impérios deslumbrantes da Beleza Imortal. Emmanuel
Essa expressão as diversas moradas do Pai é um dos princípios da doutrina espírita para designar a pluralidade dos mundos habitados no universo e hoje com o desenvolvimento tecnológico e o aprimoramento da capacidade de estudo a cerca deste universo no qual estamos inseridos, cada vez mais o homem vislumbra horizontes ate então desconhecidos, e verifica-se que outros mundos estão ai para serem analisadas.
Mas também a outras expressões a serem analisadas Independentes da diversidade dos mundos, essas palavras de Jesus também podem referir-se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade. Conforme se ache este mais ou menos depurado e desprendido dos laços materiais, variará ao infinito o meio em que ele se encontre o aspecto das coisas, as sensações que experimente as percepções que tenha.
E, portanto cada mundo recebe aquele que se enquadra segundo sua escala evolutiva para assim habitalo.
Pois a razão de ser a humanidade constituída por espíritos de diferentes ordens e segundo o grau de perfeição que tenham alcançado habitará mundos mais evoluídos.
Por força da lei à medida que o espírito se depura materialmente vai abitando mundos mais ditosos, Entre eles há os em que estes últimos são ainda inferiores aos da Terra, física e moralmente; outros, da mesma categoria que o nosso; e outros que lhe são mais ou menos superiores a todos os respeitos.
Nos mundos inferiores a essência é todo material sendo quase nula a vida moral, À medida que esta se desenvolve, diminui a influência da matéria, de tal maneira que, nos mundos mais adiantados, a vida é, por assim dizer, toda espiritual.
Enfim, é um assunto bastante rico e amplamente estudado nas casas espíritas, difícil hoje acreditar que estamos sozinhos neste universo e o que no passado muitos tinham como vislumbres de vidência ou algo impossível de se acreditar ta ai a ciência para comprovar o que no mundo espiritual isso não é nada de novo.
Muita paz e luz
Marcos Valerio.

Em 31/12/1943, durante o Estado Novo, por meio do decreto nº1055, a Estação de Merity foi emancipada e transformada na cidade de Duque de Caxias

No início dos anos 40, o mundo vivia grandes transformações com a tensão da Segunda Guerra Mundial. No nordeste, era grande o êxodo da população em direção aos grandes centros. Famílias fugiam da seca em busca de melhores condições de vida, trabalho e moradias nas periferias metropolitanas. As grandes fazendas estavam sendo fracionadas em sítios e chácaras, com os imensos laranjais e culturas hortifrutigranjeiras transformadas em loteamentos, com grilagem de terra e ocupações irregulares. Freguesias estavam sendo transformadas em distritos e estes em municípios. No Rio de Janeiro, a Estação de Merity – que em 1931 havia sido declarado o 8º distrito de Nova Iguaçu – buscava sua emancipação.
O nome Duque de Caxias foi iniciativa de um antigo morador, José Luiz Machado, que queria prestar uma homenagem ao Marechal Luiz Alves de Lima e Silva. Nascido na região, mais precisamente na Taquara, Lima e Silva ingressou ainda criança no Exército, no posto de cadete de Primeira Classe. Disciplinado, teve grande destaque na carreira militar. Atuou com bravura na Guerra do Paraguai, comandando batalhas sangrentas na defesa das terras brasileiras.A luta pela emancipação durou muitos anos. Até que em 25 de julho de 1940, uma comissão de notáveis da época – formada por jornalistas, empresários, advogados, médicos e outros líderes da sociedade civil, denominada União Popular Caxiense (UPC) – encaminhou um memorial ao Interventor Federal do Estado do Rio de Janeiro, Ernani do Amaral Peixoto, no qual era exposta a possibilidade do distrito de Caxias emancipar-se de Nova Iguaçu. Entre esses notáveis estavam Silvio Goulart, Rufino Gomes Júnior, Joaquim Batista Linhares, José Basílio da Silva, Luiz Antônio Félix, Amadeu Lanzilotti, Antônio Moreira de Carvalho, Mário Pina Cabral, Abílio Teixeira de Aguiar, Ramiro Gonçalves e Costa Maia. Contudo, o sonho da emancipação foi adiado por três anos. O documento foi considerado impertinente e inoportuno pelo governo, chegando a tornar-se motivo de punição aos autores. Em 31 de dezembro de 1943, durante o Estado Novo, por meio do decreto nº1055, a Estação de Merity foi emancipada e transformada na cidade de Duque de Caxias.Da emancipação até 1947, os prefeitos de Duque de Caxias foram nomeados pelo Interventor Federal. O primeiro eleito através do voto popular foi Gastão Glicério de Gouveia Reis, que governou de 28 de setembro de 1947 a 28 de dezembro de 1950. A Câmara Municipal foi instalada em 23 de outubro de 1947 e os primeiros vereadores eleitos no mesmo processo em que Gastão Reis saiu vitorioso. Nesse período, a população da cidade já ultrapassava a casa dos 100 mil habitantes. O município já apresentava as características de "cidade dormitório", pois a população encontrava oportunidades de trabalho somente na capital do então Distrito Federal. Mas a cidade já apresentava os indícios de industrialização, que se ampliaria ainda mais algumas décadas depois.

O primeiro passo para o progresso foi dado em agosto de 1928, quando o então presidente Washington Luiz inaugurou o trecho da estrada ligando o Rio a Petrópolis que mais tarde, em 1964, seria incluída no Plano Nacional de Viação, cuja redação estabelecia sua extensão até a capital, Brasília, passando por cidades como Juiz de Fora, Belo Horizonte. A partir de então, a rodovia passou a ser chamada BR-040 e conhecida também como Rio-Juiz de Fora.A BR-040 teve importância fundamental no crescimento industrial de Duque de Caxias. A primeira grande indústria a se instalar na cidade foi a Fábrica Nacional de Motores (FNM), projetada com o intuito de produzir motores de aviões para as tropas aliadas que combatiam na Segunda Guerra. Logo, a FNM seria transformada em Sociedade Anônima, passando a fabricar caminhões pesados até a década de 60, quando a cidade se transformou em um grande potencial em termos de comércio e indústria. No final dos anos 70, a FNM foi vendida para a Fiat e atualmente suas instalações abrigam a fábrica Ciferal, de carrocerias de ônibus. Com a instalação da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), em 1961, Duque de Caxias se tornou um dos mais importantes polos industriais do país.
Na década de 70, Duque de Caxias tornou-se "Área de Segurança Nacional". Novamente os prefeitos passaram a ser indicados pelo governo federal, desta vez pelos militares que ocuparam o poder. O município só recuperou sua autonomia, em 15 de novembro de 1985, quando pode escolher seu governante por meio do voto. Nesta eleição, saiu vitorioso o prefeito Juberlan Barros de Oliveira, que governou de 1º de janeiro de 1986 a 31 de dezembro 1988. Entretanto, o real vencedor foi a população que, além de eleger deputados e senadores, pode votar na escolha do Presidente de República.
História de Duque de Caxias

Igreja Católica Jesus Bom Pastor / Missa de Ano Novo

Domingo, 31 de dezembro às 6:00 - 22:00 
Igreja Católica Jesus Bom Pastor - Nova Campinas
Avenida A Lote 1,2 e 3 Quadra 100 
Nova Campinas / Duque de Caxias (Rio de Janeiro) 

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Olha eu aqui / Refrigeração Santos

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Pandas dando muito trabalho


segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

PAPAI NOEL E A ESPERANÇA

PAPAI  NOEL  E  A  ESPERANÇA

Um dia véspera de Natal eu desembarcava em Itirapina;uma menina regulando uns oito anos, de longe, vendo-me, julgou que eu era Papai Noel, por ser velho e ter barbas brancas e compridas: vem correndo ao meu encontro; as perninhas marcadas no vestidinho e a cabeleira a adejar, alegre, contente, porque estava vendo Papai Noel a quem ia pedir um presente.
Chegada que foi, cansada da carreira, me diz: o senhor é que é o Papai Noel? Não querendo enganar a criança, disse-lhe: filhinha, eu não sou Papai Noel: Papai Noel não existe.
Ao dizer esta verdade, aquele rostinho cheio de esperança e risonho como uma manhã de primavera, torna-se sombrio e triste: continuei dizendo-lhe que o Papai Noel, é o papai das meninas e meninos obedientes e estudiosos, quem compra os brinquedos e de noite os põe nos sapatinhos.
Então a criança ficou triste e quase a chorar, disse: então este ano não tenho brinquedo: abrindo as mãozinhas e estendendo os bracinhos.
Porque, perguntei: ergueu a cabecinha em atitude de desespero se revolta e diz: papai está desempregado e sem dinheiro!
Para acalmar a dor que ia na alma daquela criança, disse-lhe e se eu fosse Papai Noel o que é que você queria?
Olhou-me cheia de dúvida e fixando-me, disse: se o senhor fosse o Papai Noel, eu queria era uma bolsinha assim, e mostra com a mãozinha o tamanho da bolsinha; dei-lhe o dinheiro para comprar a bolsinha tão desejada.
Ela toma o dinheiro, olha para mim e apontando-me com o dedinho, radiante e contente diz: - o senhor é que é o Papai Noel, saiu correndo e meia hora depois mais de cinqüenta crianças, queriam ver Papai Noel.
Nesta criança, temos uma lição enorme de muita importância: julgando que eu era Papai Noel, vinha cheia de esperança, que perde ao saber a verdade, e com a perda da esperança , veio o desalento, a tristeza, a revolta, a dor.
Disto concluímos que, destruir uma esperança, é um crime embora seja com uma verdade. A destruição de uma esperança leva uma criatura a todos os desvarios; destrói-lhe a energia, a coragem, as idéias deixando-a em uma apatia onde nada vê, nada compreende, sem orientação deixa-se levar pelo acaso; outras vezes, produz a revolta o desespero, em que todas as energias se reúnem para consumar uma vingança, levar a cabo um suicídio e outras tragédias da vida. Falando a verdade fui destruir uma esperança que só com outra esperança pude reabilitar; aprendendo que quando a esperança volta, não vem tão grandiosa como no princípio; vem como uma mistura de dúvida e desengano, que só termina quando o objeto da esperança se concretiza. Daí a lição; nunca devemos destruir uma esperança nem mesmo com uma verdade, e ainda outra lição não menos grandiosa, é que a verdade, apesar de ser verdade, nem sempre se deve dizer, sendo necessário esperar ocasião oportuna para a dizer sem que ela vá destruir uma esperança e possa produzir aos seus efeitos.
Justo motivo tinha o Mestre quando ensinou: sede simples com as pombas, mas prudentes com as serpentes.
 Autor e Local da Publicação Não Anotados

Papai Noel

..:: Momento Espírita ::.. Contos de Natal

 Natal é vida
Era noite de Natal, mas ele não podia delegar o trabalho que iria começar dentro de alguns minutos.
Há muitos anos Maurício era voluntário do CVV - Centro de Valorização da Vida. Dedicava-se de todo coração.
Prontificara-se a ouvir os desabafos dos desiludidos da vida, antes que se decidissem pelo suicídio.
Trabalho anônimo. A simples escuta amorosa permite mudar a forma de pensar de muitos que buscam apoio.
Espírito solidário e disponibilidade de pouco mais de quatro horas semanais é um dos requisitos dos voluntários desse extraordinário serviço que iniciou, em nosso país, no ano de 1962.
Também anonimato de quem se dispõe à sua execução e sigilo das conversas. Um verdadeiro trabalho de amor.
Uma surpresa incalculável esperava por Maurício, nesse dia.
Quando o telefone tocou, uma voz clara e alegre se fez ouvir.
Era portadora de reconhecimento a todos os voluntários daquele trabalho.
Hoje estou ligando para agradecer o atendimento que recebi, há alguns meses.
Graças a vocês, estou novamente junto de minha família, e vou poder passar o Natal e o dia de Ano Novo com meus familiares queridos.
Peço a Deus para abençoar a todos os que dedicam suas horas proporcionando tamanha bênção.
Infinita emoção envolveu Maurício, que mal conseguiu falar um muito obrigado, em nome de todos os voluntários.
*  *   *
Sempre que chega dezembro, basta dedicarmos um pouco de atenção, para notarmos, que algo muda no ar.
O mês, dedicado à comemoração do nascimento do Mestre Jesus, traz consigo uma atmosfera de emoções especiais.
Demonstração clara de que nossos pensamentos, palavras e ações constroem nosso ambiente.
São as lembranças ricas de amor e carinho, entre familiares próximos e distantes.
São trocas de mensagens de amor, em nome de Jesus.
A aproximação de amigos distantes que se buscam para as comemorações fraternas.
Bazares de prendas que se realizam, em benefício de lares adotivos, creches, asilos.
Festas de confraternização entre trabalhadores de diversos setores.
Distribuição de doces e brinquedos para as crianças carentes.
Visitas aos lares necessitados, para entrega de cestas básicas, guloseimas e brinquedos.
Corais infantis sonorizando com boas músicas lugares privilegiados, nas cidades.
Peças teatrais nas escolas, contemplando passagens da vida de Jesus.
Lares e comércio, em geral, iluminados com coloridos alegres e chamativos.
Visitas queridas, que vêm de longe, trazendo e recebendo alegrias de reencontros.
E muitos agradecimentos especiais plenificam corações bondosos, inesperadamente.
As emoções, as lembranças, os sorrisos, a alegria saudável espoucam em todas as direções.
É Jesus mais próximo de nossos corações.
É Jesus compartilhando pensamentos, palavras e ações.
É Jesus abençoando a Humanidade.
É Jesus causando mudanças na atmosfera dos corações.
Ah! Se os homens resolvessem ter sempre Jesus tão próximo assim, o mundo seria tão mais agradável!
Como seria harmoniosa a Terra se todos os meses fossem dezembro. Se em todos os meses se comemorasse o aniversário do Rei Solar e Governador planetário.
Redação do Momento Espírita.
Em 23.12.2015
Mensagem para o Natal
Véspera de Natal. Noite gélida. A neve cai em flocos minúsculos, como garoa condensada.
A menina anda pelas ruas. Sente frio, mas sabe que não poderá voltar para casa. Não sem ter vendido as caixas de fósforos.
O dia morrera e ela não conseguira vender nenhuma.
Encolhe-se na saliência de uma casa. Acocora-se ali, com os pés encolhidos, para abrigá-los ao calor do corpo. Mas cada vez sente mais frio.
Toma de um fósforo. Que mal haverá se ela acender um? Somente um.
Risca-o contra a parede e a chama se faz. Parecia uma vela e ela se viu sentada diante de uma grande estufa, de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor.
Ela foi estendendo os pés congelados, para os aquecer e... apagou-se o clarão.
Então risca outro fósforo e onde bate a luz, a parede fica transparente, como um véu. Ela vê tudo dentro da sala. A mesa posta, a porcelana fina, um belo pato assado, recheado de maçãs e ameixas.
Mas o fósforo apaga e tudo some. Ela fica ali a ver somente a parede nua e fria na noite escura.
Acende outro fósforo e à sua luz vê uma enorme árvore de Natal. Entre os galhos, milhares de velinhas.
Ela estende os braços desejando apanhar um dos enfeites e então, então... apaga-se o fósforo.
As luzinhas da árvore de Natal foram subindo, subindo, até alcançar o céu e se transformarem em estrelas.
Uma delas cai, lá de cima, deixando uma poeira luminosa pelo caminho.
Alguém morreu! - Fala a criança, lembrando o que dizia sua avó: Quando uma estrela desce, uma alma sobe aos céus.
Ela acende mais um fósforo. Desta vez, é a avó que lhe aparece, sorridente, no esplendor da luz.
A emoção envolve a pequena. Desde que possa lembrar, ela somente recebera carinhos da avó. Ela, sim, a amara.
Vovó, eu queria que a senhora fosse de verdade. Sei que quando a chama apagar, a senhora vai desaparecer, como as luzes, a estufa quente, o pato assado, a árvore de Natal.
E se põe a riscar na parede, todos os fósforos das caixas, para que sua avó não vá embora.
Eles ardem com tanto brilho, que parece dia. Ela vê a avó cheia de luz, tão bonita!
A bondosa senhora a toma nos braços. Voam ambas, em um halo de luz e de alegria, mais alto, mais alto e mais longe...
Vão para um lugar onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo. Elas penetram o mundo espiritual.
No dia seguinte, os transeuntes encontram a menina morta, com a mãozinha cheia de fósforos queimados.
Coitadinha! Comentam. Deve ter querido se aquecer.
E todos se admiram do sorriso estampado no rostinho infantil.
Mas ninguém soube que visões maravilhosas lhe povoaram os últimos momentos. Nem com que alegria entrou, com sua avó, nas glórias da Espiritualidade, em pleno Natal.
*   *   *
Neste Natal, pensemos: até quando permitiremos que a infância continue a morrer, em pleno desabrochar?
Até quando continuaremos a permitir que a escuridão povoe o universo infantil?
É Natal. Natal de Jesus. Façamos algo por nossas crianças.

Redação do Momento Espírita, com base no conto A acendedora
de fósforos, de Hans Christian Andersen.
Em 22.12.2011.
Então, é Natal
E de repente, chega dezembro. Os meses rolaram tão rapidamente que nem nos apercebemos.
Ainda ontem era início de ano, férias. Depois, as semanas se precipitaram, sem nos dar chance de as viver em plenitude.
Então, é Natal. As vitrines estão repletas de ofertas e presentes, as ruas iluminadas. A cidade parece viver um clima de magia.
Tudo parece lindo, maravilhoso. As bolas vermelhas e douradas, os enormes laços de fita, os pinheiros cheios de luzes. As casas enfeitadas com mil lâmpadas, desejando dizer que é festa, é Natal.
Tocam sinos, tocam músicas. E pessoas compram presentes: pequenos, grandes caros, modestos.
Natal. Aniversário do Ser mais importante que esta Terra já abrigou: o Rei solar. Jesus, o Mestre.
E, quando a data se aproxima e tantos cantam e falam a respeito do Natal, emocionando corações, é bom nos perguntarmos: O que daremos ao Menino Jesus na noite santa?
Se o aniversário é dEle, o que temos para lhe oferecer? Podemos lhe oferecer os sorrisos que sorrimos durante todos os meses anteriores?
Aqueles que sorrimos para os nossos amores. Mas também para os amores alheios ou para quem nem tinha amores.
Podemos lhe oferecer as mãos perfumadas pelo trabalho honroso com que sustentamos nossa família, vencendo cada dia, com dignidade.
Mãos que também ampararam a família de quem padecia necessidades, de quem não tinha pão, nem carne, nem leite.
Mãos que prepararam sopas e as distribuíram nas madrugadas frias aos que não tinham um teto para retornar.
Mãos que embrulharam muitos presentes e colocaram na sala, para serem abertos no dia de Natal.
Mãos que prepararam pacotes vistosos para quem nem espera presentes. Crianças que serão surpreendidas com a realização do seu sonho, ganhando o ambicionado brinquedo.
Idosos que receberão mimos de quem sabe que a velhice deve ser amparada e festejada.
Podemos lhe oferecer nossos braços que aconchegaram ao peito o filho pequeno, que lhe atenderam a febre, a dor, o choro, nas madrugadas afora.
Braços que também se estenderam em direção do próximo, soerguendo-o da tristeza e envolvendo-o em abraços de fraternidade.
Podemos oferecer nossos ombros. Aqueles nos quais choraram nossos amigos, nossos amados.
Ombros que também serviram de apoio a deserdados do mundo que se mostravam tristes e desalentados.
Que temos a oferecer para o Menino Jesus?
*   *   *
É noite de Natal. Enquanto cantam hosanas os mensageiros celestes, rememorando a noite especial em que o Senhor das estrelas veio à Terra e encarnou entre nós, cantemos também.
Unamos o canto da nossa gratidão ao Senhor Jesus pela vida, pelo lar, pelo que temos, pelo que somos.
Cantemos rogando luz a quem ainda não teve a alegria de conhecer o nobre Aniversariante.
Para quem não conhece o verdadeiro sentido do Natal. Para quem o Natal é somente mais um dia, sem poesia porque desejamos, ardentemente, que neste Natal, esse alguém se dê conta de que o Natal existe, de que o Rei Solar veio estar conosco.
Para esse alguém desejamos um Natal feliz, um Natal de descoberta, um Natal de paz. Seu primeiro e verdadeiro Natal.
Redação do Momento Espírita.
Em 24.12.2015.
Canção de Natal
Era a véspera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austríacos, o padre Joseph Mohr lia a Bíblia.
Quando se detinha nos versículos que se referiam às palavras do visitante celeste aos pastores de Belém: Eis que vos trago uma boa nova, que será de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram à porta.
Uma camponesa pedia que fosse abençoar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.
Em pobre cabana de dois cômodos, cheia de fumaça do fogão, encontrou uma mulher com seu filho nos braços. A criança dormia.
O padre Mohr deu sua bênção ao pequeno e à mãe. Uma estranha emoção começou a tomar conta dele. A cabana não era o estábulo de Belém, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.
Ao descer a montanha, de retorno à paróquia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.
Aproximando-se da aldeia, pôde observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.
Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em oração, o aniversário do Divino Menino. A milenária promessa de paz vibrava no silêncio do bosque e no brilho das estrelas.
Padre Mohr não conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe ía na alma.
Pela manhã procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.
O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta é a canção de Natal de que necessitamos!
Compôs a música para duas vozes e guitarra, porque o órgão da igreja, o único na localidade, estava estragado.
No dia de Natal de 1818, as crianças se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.
Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...
Dias depois, chegou ao povoado o consertador de órgão. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.
O técnico em consertos de órgão era também um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e música da nova canção.
Consertando órgãos por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Canção de Natal. Não sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.
Entre muitos que aprenderam a Canção, quatro crianças, os irmãos Strasser passaram a cantá-la.
O diretor de música do Reino da Saxônia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.
A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Canção apaixonava os corações.
Mas ninguém sabia dizer quem era o autor.
Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar até Franz Gruber.
Haviam se passado mais de trinta anos. E a história do surgimento da Canção de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.
Não são conhecidas outras músicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua única produção.
Não será possível crer que as vozes do céu, que se fizeram ouvir na abençoada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que nós, os homens, pudéssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemoração, a cada ano, do aniversário do nosso Mestre e Senhor?

Redação do Momento Espírita, com dados colhidos no livro Remotos

cânticos de Belém, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim.
Disponível no CD Momento Espírita Especial de Natal, v. 15, ed. FEP.
Em 24.12.2013.
..:: Momento Espírita ::..

domingo, 24 de dezembro de 2017

Igreja Católica Jesus Bom Pastor - Nova Campinas‎ / Missa de Natal

Domingo, 24 de dezembro às 9:00 - 22:30 
Igreja Católica Jesus Bom Pastor - Nova Campinas
Avenida A Lote 1,2 e 3 Quadra 100 
Nova Campinas / Duque de Caxias (Rio de Janeiro) 

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

A filhote de panda mais popstar de todo o planeta

Animais redondos


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Câmara aprova Plano Municipal de Saneamento Básico

A última sessão plenária da Câmara Municipal de Duque de Caxias do ano de 2017 aconteceu nesta sexta-feira, dia 15, em caráter extraordinário para apreciação de projetos importantes para a Cidade: o Plano Municipal de Saneamento Básico, a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o próximo exercício e o Plano Plurianual para os anos de 2018 a 202.
O Plano Municipal de Saneamento Básico estabelece metas de abastecimento de água, esgotamento sanitário e escoamento de águas pluviais. “Essa matéria traz à Cidade a possibilidade de pleitear recursos para implantarmos projetos para os próximos 20 anos. Incluímos emenda para garantir que o Conselho da Cidade (Concidade) acompanhe a execução dos trabalhos”, explicou o vereador Nivan Almeida (PRP), lider do governo na Casa.
“Esse projeto tem muita coisa para ser modificado para que todas as comunidades sejam contempladas. Mas acho importante que seja aprovado para respeitar o prazo e depois modificado para contemplar o que faltou”, observou o vereador Chiquinho Grandão (PP).
A LOA também foi aprovada com emenda para contemplar uma proposta à Lei Orgânica Municipal proposta pela Câmara de Vereadores, instituindo o Orçamento Impositivo. “Para que o governo destine 1,2% de recursos para emendas individuais dos vereadores dessa Casa. Também existe uma emenda para garantir a reurbanização do Jardim Gramacho”, ressaltou o vereador Nivan Almeida.
Finalizado os trabalhos, o presidente da Câmara, vereador Sandro Lelis (PSL) decretou o recesso parlamentar. “Essa Casa deseja um Feliz Natal a todos e um Ano Novo de muita paz e conquistas para Duque de Caxias. Que em 2018 possamos juntos cuidar ainda mais da Cidade que tanto amamos.”
Câmara aprova Plano Municipal de Saneamento Básico
(Fonte / CMDC)

As mais hilárias fotos de bichinhos de 2017

O doguinho da Carrie Fisher a reconheceu em 'Os Últimos Jedi'

domingo, 17 de dezembro de 2017

Capoeira / Festa de encerramento das atividades de 2017 - Mestre Serginho

Aconteceu nesse domingo, 17/12/2017, em Nova Campinas, a festa de encerramento das atividades de um ano bastante positivo para a capoeira comandada pelo Mestre Serginho.
A festa foi bastante concorrida e tivemos a presença de várias personalidades da capoeira em Duque de Caxias e demais cidades do Estado do Rio de Janeiro.
Alunos e seus familiares, parentes e amigos se confraternizando com instrutores, contramestres, mestres, enfim - uma festa muito bonita, honrando e dignificando a capoeira no nosso município, veja abaixo algumas imagens:
  

Divaldo Franco recomenda não convidar palestrantes místicos e que desvirtuam o espiritismo


“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o espiritismo é a minha verdade, algo que escolhi como filosofia, a razão e a emoção caminhando lado a lado e tendo a ciência e a religião como fundamentos em seu tríplice aspecto: ciência, filosofia e religião.

Eu sou Marcos Valério, 52 anos, casado, nascido em Pernambuco, ensino médio (incompleto) e profissional da construção civil (pedreiro).
ESTAREMOS JUNTOS A PARTIR DE AGORA AQUI NA COLUNA “À LUZ DO ESPIRITISMO”.
Eu como trabalhador da Doutrina dos Espíritos quero através desta coluna levar até vocês uma análise dos fatos do nosso dia a dia, mas sempre à luz da Doutrina dos Espíritos.

Durante o 4º Congresso Espírita Sul americano, realizado nos dias 16, 17 e 18/out/2017, na cidade de Bogotá (COL), o conhecido médium e orador brasileiro, Divaldo Pereira Franco, conduziu um relevante seminário sobre os desafios do trabalhador espírita.

Na ocasião, Divaldo destacou a infiltração de práticas doutrinariamente esdrúxulas e estranhas ao Espiritismo, com propostas que objetivam mais a autopromoção e satisfação de interesses de seus propagadores. Dentre esses desvirtuamentos, foram citados a apometria e um projeto promovido pela Federação Espírita do Estado de Mato Grosso (FEEMT) denominado "Espiritizar".
De fato Divaldo como sempre grande divulgador e profundo conhecedor da doutrina tem seus motivos para tal colocação, o projeto acima citado espiritizar, o seu propósito e estimular a sintonia com o Projeto Iluminativo de Jesus, por meio da Doutrina Espírita.
Claro que aqui neste espaço não daria para eu aprofundar mais sobre o assunto, haja visto que envolve varias variante a cerca do tema.
Para aqueles que estudam o Espiritismo e compreende sua missão de fazer crescer dentro de nós uma consciência Cristã esse projeto é sem sombra de duvidas uma necessidade atual. Desenvolve em suas ações a tríade: Qualificar, Humanizar e Espiritizar, proposta pela Mentora Joanna de Ângelis ao Movimento Espírita. Então por que Divaldo se pôs em contrário a este ponto?
Deixo aqui minhas indagações, pelo simples fato de pessoas mal intencionadas estarem usando a tribuna Espírita para se promoverem e levar, no sentido literal da palavra, pessoas para seus consultórios e a pretexto de complementar um pseudo-tratamento espiritual ganhar à custa do sofrimento alheio, ora afinal no que isso se parece? Todos têm o seu direito de ganhar o seu pão, mas utilizar-se da doutrina para tal além de anti-doutrinário é inconcebível, dai de graça o que de graça recebe, infelizmente, como sempre pelo fato de pessoas despreparadas e que em nada estão comprometidas com a Doutrina, acabam desvirtuando as bases contidas nela.

Espíritas amai-vos, eis o primeiro ensinamento, intrui-vos o segundo, aos dirigentes espíritas, procurai com cautela aqueles que vão ocupar a tribuna de vossas instituições seja para palestras ou outra ocupação qualquer, pois mais cedo o mais tarde serão os primeiros a serem cobrados por suas invigilãcias.
Muita paz e luz / Marcos Valério