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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

G1 - Chorume com substâncias tóxicas vaza na baía e em manguezal no RJ - notícias em Rio de Janeiro

Técnicos do Instituto Nacional do Ambiente (Inea), constataram vazamentos de chorume com substâncias tóxicas na Baía de Guanabara e no Rio Sarapuí.
A denúncia partiu de pescadores da colônia Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que verificaram a redução da população de caranguejos. Para os fiscais, os vazamentos constituem crime ambiental. Foram pelo menos seis vazamentos.
Como mostrou o RJTV, agentes da Polícia Civil entraram no aterro de Gramacho, no fim da tarde desta terça-feira (23), para fazer uma perícia. Com as fortes chuvas, a lagoa de chorume que contém substâncias tóxicas transbordou e se misturou ao chorume tratado pela empresa Gás Verde.
Num vídeo feito em janeiro, um pescador mostrou o vazamento de chorume no manguezal.  Segundo os fiscais do Inea, a empresa Gás Verde, que administra o aterro, foi negligente. Para eles, a lagoa tem sinais de abandono.
“Há um canal para conduzir o chorume tratado e, na verdade, o chorume terá sendo direcionado bruto para esse braço morto do Rio Sarapuí, alcançando a Baía de Guanabara”, explicou Elaine Noce, coordenadora-geral de Fiscalização do Inea.
Marcelo Manhães, superintendente da Secretaria de Meio Ambiente de Duque de Caxias, explicou que o impacto ambiental é muito grande, principalmente por ser o local um berçário de aves e outras espécies de mamíferos menores.
O secretário estadual do Meio Ambiente, André Corrêa, disse que vive um dilema.
“O meu desejo é interditar essa empresa, mas meus próprios técnicos dizem que se eu tomar essa medida extrema eu pioro o problema ambiental. Essa empresa passa por problemas financeiros, mas mesmo com esses problemas graves, é menos pior. Se eu interditar, não tenho condições de colocar recursos públicos lá diante das dificuldades financeiros que o estado atravessa. Bem ou mal, há um recurso privado sendo investido lá que é positivo para a questão ambiental”, disse
A reportagem não conseguiu contato com a Novo Gramacho Energia Ambiental, dona da empresa Gás Verde.