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A VOZ DO CAMPINARTE

O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Campinarte Huayrãn Ribeiro / Definitivamente não temos segurança, apesar das propagandas do governo

O Rio de Janeiro vive um momento de muitas incertezas nos mais variados segmentos.
A insegurança não é só no que diz respeito a essa (interminável) guerra entre o tráfico e a polícia, não, a coisa é mais profunda.
Hoje, o cidadão do Rio de Janeiro não teme “apenas” a bala perdida, são muitos medos, por exemplo, o cidadão não se sente seguro no deslocamento de sua casa para o trabalho simplesmente porque algumas dúvidas começam a pairar sobre sua cabeça: será que o motorista do coletivo é habilitado? Será que esse mesmo condutor está sóbrio? O veículo está 100% em condições para o transporte de passageiros? A professora do seu filho é de confiança? Ela já deu provas de sua capacidade para exercer uma das profissões de maior responsabilidade do mundo?
Vivemos no reino do faz de conta onde o que impera é a incompetência. A má formação profissional tem levado e elevado muitas pessoas desqualificadas a cargos vitais para toda a sociedade.
Veja o exemplo da política. Repare bem na câmara de vereadores de sua cidade que eu considero a MECA dos delinqüentes, criminosos, desqualificados e incompetentes.
Você deve se lembrar perfeitamente em quem você votou nas últimas eleições para a câmara de sua cidade, certo?
Se você é um eleitor “consciente” e acompanha a vida política da sua região veja se aquele pobrezinho que você ajudou a eleger, veja se o crescimento patrimonial dele é compatível com o seu salário de vereador. Compare o que ele tinha antes com o que ele tem agora, será que bate?
Outra coisa: se vivemos uma democracia, aquele voto teria que ser bom tanto para o eleitor como para o eleito, certo? Mas, é assim na prática? Claro que não!
Isso porque eu citei apenas a câmara municipal de sua cidade, agora eu pergunto: e quanto as demais câmaras pelo Brasil e quanto aos governos estaduais e o federal?
O leitor já percebeu que o noticiário político mais parece um noticiário policial?
O leitor já percebeu que o noticiário policial dá conta da polícia ter que prender policiais por uma série de crimes?
É ou não é uma total inversão de valores?
Quem deveria legislar, quando legisla, legisla em causa própria; quem deveria ensinar na verdade precisa aprender; quem deveria zelar pela segurança do cidadão é o primeiro a transgredir; os assassinos de ontem, hoje estão no poder e tome desmando e tome corrupção. E o que é pior: a população assiste passivamente a naturalização dessas barbaridades graças a essas propagandas enganosas e a esse processo de desinformação promovido pela grande mídia conivente com essa promiscuidade e tantas imoralidades que são empurradas goela abaixo do povão.
Afirmo categoricamente que estamos assistindo a um festival de falsidade ideológica. O noticiário não se cansa de dar conta de falsos médicos, falsos advogados, policiais, juízes, tivemos até um falso delegado, falsas empresas disso e daquilo, falsos padres, pastores, falsos jornalistas, isso sem falar na pirataria que come solto por aí a fora.
E preste bem atenção: É TUDO CONTRA O POVO!
A nova modalidade de tortura (com requintes de crueldade) é fazer o povo voar pelos ares com esses bueiros explosivos, o carioca vive numa cidade minada.

Repare bem – a coisa está do jeito que o Diabo gosta!
Nada melhor que uma Copa do Mundo e uma Olimpíada para arrumar a vida de muita gente boa à custa do suor do trabalhador que no fundo é quem paga toda essa farra.
De uma coisa estou certo – O Brasil já é o grande campeão do Mundo da Copa da Corrupção. Quanto a conquista da Copa do Mundo de Futebol, isso para eles que lucram com esse tipo de evento é irrelevante. O gol é um detalhe, a opinião pública não interessa e blá, blá, blá.
Você deve estar pensando: grandes coisas! Estou cansado de ler muitos textos com esse mesmo teor (e muito melhor escrito) e não adiantou nada, está tudo de mal a pior.
Façamos o seguinte – eu paro de escrever textos como esse e você pára de ler textos como esse e vamos juntos, nós dois, começar uma transformação?