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terça-feira, 3 de junho de 2014

Campinarte, Huayrãn Ribeiro / Naturalização de tudo que é coisa ruim? Tô fora!

Dizem que conformismo é a tendência de se conformar com usos estabelecidos.
Há muito que notamos (em desenvolvimento lento, mas de forma constante) um processo de naturalização de tudo que é coisa ruim conduzindo sutilmente a sociedade a aceitar passivamente, se conformar (sem esperança alguma) com esse fenômeno criado para nivelar por baixo todas as pessoas, independente de suas formações, credos, culturas, etc.
A grande meta desse processo de naturalização de tudo que é coisa brava é a seguinte: “provar para a sociedade que tudo o que é comum hoje em dia é normal”. O pior é que todos, mais cedo ou mais tarde, acabam acreditando nisso, mas prestem bem atenção “nem tudo que é comum hoje em dia é normal”.
Esse processo de naturalização de tudo o que é coisa brava, tem (isso sim) que ser considerado no mínimo - um absurdo.
A sociedade vem sendo bombardeada pelo poder público que se utiliza de uma arma muito poderosa que é a desinformação e de muitas propagandas enganosas e passa a enxergar a pobreza, miséria, baixaria e a violência (por exemplo) como “coisas normais”.
Eu diria que são coisas comuns, mas não são coisas normais. Por quê?
Simplesmente porque tudo isso é provocado intencionalmente para facilitar a desestabilização da população e da família, em outras palavras: promover um verdadeiro caos social para depois aparecer com suas bolsas esmolas e seus assistencialismos de fachada como os salvadores da pátria.
A verdade é que ninguém (em sã consciência) pode achar normal e muito menos se conformar com situações em que os limites éticos, morais ou estéticos são desrespeitados.
A verdade é que ninguém (em sã consciência) pode achar normal e muito menos se conformar com situações de miséria e pobreza criadas pelo estado, principalmente quando essa mesma sociedade é sabedora que não faltam recursos.
A verdade é que ninguém (em sã consciência) pode achar normal e muito menos se conformar com essa violência provocada, ora pela permissividade, ora pela permissão do estado contra (claro) o povo que no fundo só serve para dar suporte a essa falsa democracia onde o voto só serve para o eleito, porque para o eleitor vem tudo na base de conta-gotas, quando vem.
Resumo: nem tudo que é comum hoje em dia é normal.
Vamos dar um “chega prá lá” nesse processo de naturalização de tudo que é coisa ruim dizendo:
Não a pobreza!
Não a miséria!
Não a baixaria
Não a violência!