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terça-feira, 12 de maio de 2026

Igreja Nossa Senhora do Pilar

  • Igreja Nossa Senhora do Pilar
  • A Freguesia e Igreja de Nossa Senhora do Pilar
    do Aguassu, Morabahi e Iaguaré

    No período colonial da história do Brasil, as Freguesias constituíam-se como divisões eclesiásticas, correspondendo a uma área sob a administração da Igreja Católica, sendo os seus limites estabelecidos a partir de pontos geográficos.

    A nossa Freguesia de Nossa Senhora do Pilar do Iguassu foi instituída entre os anos de 1612 e 1629 e seu território era constituído a partir do rio Iguaçu, seguindo para as terras do Couto, que hoje abrigam Xerém, quarto distrito de Duque de Caxias, subindo para Petrópolis e incluindo também, as áreas de Saracuruna e Cangulo.

    Câmara e Prefeitura juntas no prédio da Av. Rio-Petrópolis

    Ali, no alto do morro do Cangulo, já existia uma capela com orago dedicado a Nossa Senhora das Neves, com data de construção de 1612 e que ficava próximo ao rio e porto do Cangulo, estando a sete quilômetros de distância daqui… do porto do Pilar.

    Aquela capela de Nossa Senhora das Neves acabou se tornando uma referência quando a Freguesia do Pilar foi instalada. Com o desabamento da capelinha dedicada a Nossa Senhora das Neves, outra igreja foi erguida às margens do rio Pilar.

    De acordo com Monsenhor Pizarro, visitador pastoral que representava o bispo do Rio de Janeiro e fiscalizou nosso território da Baixada do Iguaçu no ano de 1794, a futura Matriz da Freguesia de Nossa Senhora do Pilar estava sendo construída somente a partir de 1697, sendo Manoel Pires e sua mulher Catherina de Sene, os doadores do terreno para a construção desta igreja e do cemitério. O templo contou com a contribuição financeira dos fregueses, dos viajantes, do Vigário e da Fazenda Real. A obra do templo foi finalizada no ano de 1726, sendo o prédio religioso construído na Estrada Velha do Pilar, próximo ao canal do Rio Pilar, afluente do Rio Iguaçu, aberta para o transporte do ouro entre as Minas Gerais e o Rio de Janeiro.

    Esse mesmo casal fez novas doações de terrenos para a Irmandade de Nossa Senhora do Pilar que, como proprietária, destinou-os para arrendamento a alguns fregueses, formando dessa maneira, ao redor da Igreja, o arraial do Pilar. Mais tarde, o ancoradouro do rio Pilar serviu de ponto de escoamento do ouro que descia a serra da Estrela, pelo Caminho Novo de Garcia Pais, aberto a partir de 1699.

    A Igreja de Nossa Senhora do Pilar começou a ter uso para servir de Matriz da Paróquia depois de benzida pelo Provisor Thomé de Freitas da Fonseca no ano de 1697, possuindo então quatro irmandades: a do Santíssimo Sacramento, a de Nossa Senhora do Pilar, a de São Miguel e Almas e a de Nossa Senhora do Rosário, esta que, mais tarde, foi anexada à confraria de São Benedito. Como Matriz, possuía três capelas filiais: a primeira capela de Nossa Senhora das Neves; a capela de Santa Rita da Posse, que pertencia ao Engenho da Posse, em Xerém; e, a capela de Nossa Senhora do Rosário, nas proximidades do rio Saracuruna.

    A Igreja de Nossa Senhora do Pilar do Aguassu foi construída em um terreno um pouco acima da Guarda do Pilar e media aproximadamente 186,08 metros, da porta principal até o arco do altar-mor; 12,44 metros de comprimento; e, 7,77 metros de largura. Com arquitetura externa simples, tendo uma torre sineira coroada por uma cúpula octogonal, o templo foi constituído como um corpo único, com a sacristia ou presbitério construído em gamela e um pouco mais baixo que a nave, sendo a cobertura de madeira com tirantes.

     

    Câmara e Prefeitura juntas no prédio da Av. Rio-Petrópolis

    Altar mor – 1939 – Fonte: Arquivo Noronha Santos

    Segundo o catálogo Devoção e Esquecimento, Monsenhor Pizarro descreve, no livro Memórias Históricas do Rio de Janeiro – através das visitas pastorais de 1794, os altares e as imagens das igrejas do recôncavo da Guanabara.

    Sobre a Igreja de Nossa Senhora do Pilar do Aguassu, consta que tinha cinco altares. No maior, estavam colocados a imagem de Nossa Senhora do Pilar, a Padroeira, e o Sacrário. Do lado direito, a partir da entrada, o primeiro de devoção a Santana Mestra e o segundo, de São Miguel Arcanjo; no lado esquerdo, o primeiro de devoção a Nossa Senhora da Conceição e o segundo, de Nossa Senhora do Rosário. Todos os altares eram de madeira entalhada e dourada, menos o de São Miguel, que ainda estava por dourar.

    Completamente diferentes entre si, apresentavam características perfeitas do barroco joanino, com fortes traços do barroco mineiro. Imagens constantes da Igreja Matriz: Santo Crucifixo, Senhor dos Passos, São Francisco, São João, Senhora da Conceição, Espírito Santo, Santa Ana, São Joaquim, São José, Menino Deus. Sobre as Irmandades, Monsenhor Pizarro ainda coloca que havia quatro: do Santíssimo; da Senhora do Pilar; da Senhora do Rosário; e, de São Miguel e Almas. Além destas, havia ainda a Confraria de São Benedito, anexada à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário.

    Considerada um bem de excepcional valor, a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar do Iguassu é um importante marco da história da nossa região. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1938, deve ser considerada como Patrimônio Histórico da Baixada, recebendo os cuidados e ações de preservação que merece como Patrimônio da Fé, mas também como marco da memória histórica e da identidade cultural de nossa região.

    Câmara e Prefeitura juntas no prédio da Av. Rio-Petrópolis

    Retábulo de Sant’Ana Mestra – 1939.

    Câmara e Prefeitura juntas no prédio da Av. Rio-Petrópolis

    Retábulo de São Miguel – 1939.

    Câmara e Prefeitura juntas no prédio da Av. Rio-Petrópolis

    Retábulo de Nossa Senhora da Conceição – 1939.

    Câmara e Prefeitura juntas no prédio da Av. Rio-Petrópolis

    Retábulo de Nossa Senhora do Rosário – 1939.

     

     

     

     

     

     

     

     



    Endereço: Igreja Nossa Senhora do Pilar – BR040, KM 26, Estrada Rio-Petrópolis, Bairro Pilar, 2º distrito, Duque de Caxias.
    Construção: 1697-1726
    Tombamento: Processo nº160-T, inscrição nº76, Livro Belas Artes, Fls. 14, 25 de maio de 1938.

    Por: Profª Ms Elaine Gusmão & Profª Drª Tania Amaro

    quinta-feira, 7 de maio de 2026

    MUSEU VIVO DO SÃO BENTO PARTICIPA DE EXPOSIÇÃO NO PALÁCIO TIRADENTES, CENTRO DO RIO

    O Museu Vivo do São Bento (MVSB), aparelho cultural da Secretaria de Cultura e Turismo de Duque de Caxias (SMCT/DC), está rompendo fronteiras. Parte do acervo do primeiro Ecomuseu de Percurso da Baixada Fluminense está disponível para visitação no Palácio Tiradentes, no Centro do Rio de Janeiro, na exposição "Baixada Fluminense: A Arte no Palácio".

    Entre as peças, está um quadro de Ozias Antônio de Araújo, que integra a exposição permanente do museu, além de materiais arqueológicos das escavações dos Sambaquis do São Bento e do Mangue do Rio Iguaçu. Acervo da exposição "Onde estão as bonecas pretas que não aparecem nos nossos sonhos", coleção do grupo de artesãs do São Bento, também pode ser visitado no palácio.

    Baixada no Centro

    A exposição faz parte da campanha “Baixada no Centro”, que fomenta a ocupação de obras e de apresentações de artistas da Baixada Fluminense em equipamentos culturais do Centro do Rio. O projeto é organizado pelo produtor cultural Diego Lacerda.

    “A expectativa é que os artistas que estão expondo no Palácio Tiradentes, sede histórica da Alerj Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, possam ter novas oportunidades de mostrar aquilo que sabem fazer com tanto carinho e amor. É também uma oportunidade para quem circula no Centro do Rio e não conhece a ‘real’ Baixada Fluminense, aquela além da violência e da falta de infraestrutura. A Baixada é rica em cultura, em turismo, em meio ambiente e em patrimônio histórico-cultural”, defende o produtor.

    "O Museu Vivo do São Bento, enquanto complexo que luta pela valorização da história e da memória da Baixada, não poderia estar de fora deste projeto, já que é uma voz que, ao longo de sua trajetória, luta pela leitura do patrimônio do Brasil e do mundo a partir desse lugar", acrescenta Deise Guilhermina, historiadora do MVSB, que esteve presente na inauguração da exposição.

    “Baixada Fluminense: A Arte no Palácio” segue aberta à visitação até 27 de maio, no Palácio Tiradentes, que fica na Rua Primeiro de Março, s/nº, Praça XV, Centro - Rio de Janeiro - RJ, CEP: 20.010-090. A exposição está aberta de segunda a sexta, das 10h às 17h. A entrada é gratuita.

    Museu Vivo do São Bento

    O Museu Vivo do São Bento (MVSB) é um complexo museológico presente no 2ª Distrito de Duque de Caxias, considerado o primeiro Ecomuseu de Percurso da Baixada Fluminense. Foi criado, oficialmente, pelo Executivo Municipal em 3 de novembro de 2008 (Lei nº 2.224/08), no âmbito da Secretaria Municipal de Educação (SME), a partir da reivindicação dos profissionais da área e da cultura caxiense.

    Foi concebido, baseado nos princípios da Museologia Social, e, portanto, articula a defesa do patrimônio, a intervenção nas realidades social, ambiental, econômica e cultural do território e o envolvimento das comunidades locais, valorizando o sentimento de pertencimento. Desde 4 de junho de 2025, é gestado pela Secretaria Municipal de Cultura (Lei nº 3.512/25), com uma equipe vinculada à pasta.

    quinta-feira, 23 de abril de 2026

    São Jorge, o santo comparado a São Miguel no Oriente

    Origens
    São Jorge, cujo nome de origem grega significa “agricultor”, nasceu na Capadócia, por volta do ano 280, em uma família cristã. Transferiu-se para a Palestina, onde se alistou no exército de Diocleciano. Em 303, quando o imperador emanou um edito para a perseguição dos cristãos, Jorge doou todos os seus bens aos pobres e, diante de Diocleciano, rasgou o documento e professou a sua fé em Cristo. Por isso, sofreu terríveis torturas e, no fim, foi decapitado.

    As lendas do Santo
    São inúmeras as narrações fantasiosas, que nasceram em torno da figura de São Jorge. Um dos seus episódios mais conhecidos é o do dragão e a jovem, salva pelo santo, que remonta ao período das Cruzadas. Narra-se que na cidade de Selém, Líbia, havia um grande pântano, onde vivia um terrível dragão. Para aplacá-lo, os habitantes ofereceram-lhe dois cabritos, por dia e, vez por outra, um cabrito e um jovem tirado à sorte. Certa vez, a sorte coube à filha do rei. Enquanto a princesa se dirigia ao pântano, Jorge passou por ali e matou o dragão com a sua espada. Este seu gesto tornou-se símbolo da fé que triunfa sobre o mal.

    Validação Histórica
    No lugar da sua sepultura, em Lida, – um tempo capital da Palestina, agora cidade israelense, situada perto de Telavive, – foi construída uma Basílica, cujas ruínas ainda são visíveis. Até aqui, a Passio Georgii classificada, pelo Decreto Gelasianum, no ano 496, entre as obras hagiográficas é definida Passio lendária. Entre os documentos mais antigos, que atestam a existência de São Jorge, uma epígrafe grega, do ano 368, – descoberta em Eraclea de Betânia, – fala da “casa ou igreja dos santos e triunfantes mártires, Jorge e companheiros”. Foram muitas, ao longo dos anos, as narrações posteriores à Passio.

    São Jorge: Padroeiro dos cavaleiros, soldados, escoteiros, esgrimistas e arqueiros

    Padroeiro
    São Jorge é considerado Padroeiro dos cavaleiros, soldados, escoteiros, esgrimistas e arqueiros. Ele é invocado ainda contra a peste, a lepra e as serpentes venenosas. O Santo é honrado também pelos muçulmanos, que lhe deram o apelativo de “profeta”.

    Curiosidade
    Entre os cristão do oriente, sejam católicos latinos ou de outros ritos, assim como os ortodoxos, a devoção a São Jorge é bem expressiva. Comparando com os cristãos do ocidente, é invocado na mesma proporção que São Miguel Arcanjo.

    De mártir a Santo guerreiro
    Os cruzados contribuíram muito para a transformação da figura de São Jorge de mártir em Santo guerreiro, comparando a morte do dragão com a derrota do Islamismo. Com os Normandos, seu culto arraigou-se profundamente na Inglaterra, onde, em 1348, o rei Eduardo III instituiu a “Ordem dos Cavaleiros de São Jorge”. Durante toda a Idade Média, a sua figura tornou-se objeto de uma literatura épica, que concorria com os ciclos bretão e carolíngio.

    Devoção a São Jorge

    Memória Facultativa
    Na falta de notícias sobre a sua vida, em 1969, a Igreja mudou a sua celebração: de festa litúrgica passou a ser memória facultativa, sem alterar seu culto. As relíquias de São Jorge encontram-se em diversos lugares do mundo. Em Roma, na igreja de São Jorge em Velabro é conservado seu crânio, por desejo do Papa Zacarias. Como acontece com outros santos, envolvidos por lendas, poder-se-ia concluir que também a função histórica de São Jorge é recordar ao mundo uma única ideia fundamental: que o bem, com o passar do tempo, vence sempre o mal. A luta contra o mal é uma dimensão sempre presente na história humana, mas esta batalha não se vence sozinhos: São Jorge matou o dragão porque Deus agiu por meio dele. Com Cristo, o mal jamais terá a última palavra!

    Oração
    Ó São Jorge, meu Santo Guerreiro, invencível na fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança, abre meus caminhos. Eu andarei vestido e armado com vossas armas, para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não peguem, tendo olhos não me enxerguem nem pensamentos possam ter para me fazerem mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estendei vosso escudo e vossas poderosas armas, defendendo-me com vossa força e grandeza. Ajudai-me a superar todo desânimo e a alcançar a graça que vos peço (fazer o seu pedido). Dai-me coragem e esperança, fortalecei minha fé e auxiliai-me nesta necessidade. Amém.

    Minha oração
    “Poderoso guerreiro, defendei-nos do mal e da tentação, assim como ensinai-nos a defender a nossa fé e os mais necessitados, tudo por amor a Cristo. Amém.”

    São Jorge, rogai por nós!


    Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 23 de abril

    • Santo Adalberto (Vojtech), bispo de Praga e mártir. († 997)
    • Santo Eulógio, bispo em Edessa, na Síria, hoje Sanliurfa, na Turquia. († 387)
    • São Marolo, bispo em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália. († s. V)
    • São Gerardo, bispo em Toul, na Lotaríngia, atualmente na França.(† 994)
    • São Jorge, bispo em Suélli, na Sardenha. († 1117)
    • Beato Gil de Assis, religioso da Ordem dos Menores em Perúgia na Úmbria, região da Itália. († 1262)
    • Beata Helena Valentíni, viúva, que, decidida a viver só para Deus, teve grande actividade na Ordem secular de Santo Agostinho em Údine, na Venécia, hoje em Friuli-Venezia Giúlia, região da Itália.(† 1458)
    • Beata Teresa Maria da Cruz (Teresa Manétti), virgem, fundadora da Congregação das Carmelitas de Santa Teresa.
    • Beata Maria Gabriela Saghéddu, virgem no mosteiro cisterciense de Grottaferrata, no território de Frascáti, próximo de Roma. († 1939)

    Fontes:

    • vaticannews.va
    • Martirológio Romano
    • Liturgia das Horas
    • Diretório de Liturgia da Igreja no Brasil [Ed CNBB 2022]
    • Livro “Um santo para cada dia” – Mário Sgarbossa – Luigi Giovannini [Paulus, Roma, 1978]
    • Livro “Santos de cada dia” – José Leite, SJ [Editorial A.O. Braga, 2003]
    • Livro “Relação dos Santos e Beatos da Igreja” – Prof Felipe Aqui [Cléofas 2007]

    – Pesquisa: Rafael Vitto – Comunidade Canção Nova
    – Produção e edição: Fernando Fantini – Comunidade Canção Nova

    ORAÇÃO DE SÃO JORGE PARA PROTEÇÃO


    São Jorge é padroeiro de diversos países, cidades e regiões ao redor do mundo, com destaque para a Inglaterra, Geórgia, Portugal, Etiópia e a cidade do Rio de Janeiro (estado e capital), onde é celebrado com grande devoção. O "Santo Guerreiro" também é padroeiro de Moscou, Barcelona, Gênova, Beirute e regiões como a Catalunha.
    Principais Locais de Devoção (Padroeiro):
    • Países: Inglaterra, Geórgia, Portugal, Etiópia, Lituânia, Sérvia, Montenegro.
    • Cidades e Regiões: Rio de Janeiro (RJ/Brasil), Moscou (Rússia), Londres (Inglaterra), Barcelona (Espanha), Gênova (Itália), Beirute (Líbano), Catalunha (Espanha), Aragão (Espanha), Ferrara (Itália), Friburgo (Alemanha).
    • Locais Específicos: A cidade de Lod (antiga Dióspolis) em Israel é onde ele foi sepultado.
    São Jorge é reverenciado como o padroeiro dos soldados, cavaleiros, escoteiros, esgrimistas e arqueiros, representando coragem e a vitória do bem sobre o mal.